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terça-feira, 21 de dezembro de 2010

Fanfic cap 7 - Escola Citiada

       A reunião seguia a todo vapor, todas as pessoas presentes na sala vibravam entusiasmadas com as palavras de Gaunt. Mas uma pessoa não parecia estar tão alegre com o que se passava ali. Todos os Discipulos do Caos saíram do local ao comando do Gaunt e foram cumprir as ordens que ele passou. Todos menos um, o mesmo que não se encontrava tão entusiasmado com tudo e ficara a um local mais recluso observando todos e com o dedo ajeitando os óculos empurrando o mesmo no centro entre uma lente e outra.
     - Qual o problema Diego? - perguntou Gaunt.
     - Tudo que você falou é verdade? Não está exagerando nem um pouco? - interrogou-o Diego
     - Claro que não Diego . Sabe você já deve ter ouvido falar em Grindewald, pois é ele era o meu mentor ele me passou a missão, claro que acrescentei algumas coisas e modifiquei algumas depois da sua morte - explicou-se Gaunt.
     - Sinceramente qual as nossas chances? - Perguntou ele enquanto ajeitava novamente os óculos.
     - Pra falar a verdade não faço idéia - respondeu prontamente Gaunt.
     Gaunt olhou de Diego para as folhas em cima da mesa onde continha todas as estrategias descritas, os planos elaborados, os dados colhidos até o momento, parou um pouco fitando um mapa.
     - Os meus poderes são parecidos com os de Voldemort, mas ele tem vantagem. - falou Gaunt com um olhar ameaçador.
     - Vantagem !! Mas como? - boquiabriu-se Diego.
     - Ele tem mais experiência nesse quesito de guerra, tem maior numero de seguidores e ele foi mais longe que eu em certos assuntos - disse Gaunt.
     Diego o olhou. - Entendo... mas o que faremos?
     - Ganharemos de qualquer maneira - respondeu imediatamente o pupilo de Grindewald.
     - Enviei uma equipe hoje vai ser uma noite sangrenta se prepare, que hoje a noite os Dsicipulos do Caos irão se mostrar, Voldemort pretende dominar o Ministério e por isso enviei uma equipe grande para la, vão fazer escolta e derrubar os comensais que chegarem, até os aurores chegarem. Por isso se prepare porque a qualquer momento precisaremos ir para la.
     - Não sei se é uma boa idéia, mas estou pronto sim. AAhhh ja ía me esquecendo dos alunos, bom o Tommy não aceitou muito bem o fato de você ser o pai dele e acha que o abandonou mas aceita estar ao seu lado se isso o fizer ficar forte, o Magnus este quer mais conhecimento de suas habilidades por isso também está, a Vania, bem a Vania são os amigos dela então ela vai junto, a Amanda filha do Onix, nao quer seguir os passos do pai então está pro nosso lado e o Iago bem o Iago quer provar que é capaz de certa coisa que ainda não sei o que é -  explicou Diego.
     - Ótimo, os prepare Diego porque as coisas no mundo bruxo vão ficar dificeis.
     Diego concordou com a cabeça, exatamente quando uma porta se abriu. Kitiara acabara de entrar se aproximou rapidamente dos dois ofegante - Vão atacar hoje!!! vão atacar hoje vão tomar uma area proxima ao ministerio e transforma-la numa base além de capturar os principais aurores - ela falava agitada.
     - Calma... como é? - perguntou Gaunt.
     - Eles vão tomar uma area do Ministério, capturar os principais aurores e depois atacar em massa. A guerra ... - ela hesitou com os olhos arregalados por um momento - ... começou.
     - Rapido Diego comunique a situação para a segunda divisão de combate e para a divisão de rastreamento. Vamos pega-los de surpresa. Depois disso volte para a escola e não saia de la. Comece a preparar aqueles 5 mostre alguns truques, ensine feitiços e como sobreviver, tenho certeza que o castelo vai ser invadido, é a melhor maneira para amendrontar os pais e fazer com que fiquem ao lado dele.
     Diego concordou prontamente e aparatou.
     - Você convoque a terceira divisao de combate, é a menor mas vai ser suficiente, iremos para o castelo, não vamos deixa-lo toma-lo. O meu grupo junto dos aurores devem ser suficientes para para-los .Enquanto isso vou avisar a Lestat e os outros. Vá - ordenou Gaunt a uma Kitiara que nao fez objeção e saiu. Logo depois ele saiu .
   
     No interior do castelo Diego avisou a diretora e professores que ficassem alertas nos proximos dias porque a guerra estava prestes a começar no mundo bruxo. Alguns chamaram ele estava bebado ou que tinha ficado louco, mas outros acreditaram e se mantiveram alertas.
     Ele se reuniu com os 5 alunos escolhidos por Gaunt, para explicar a situação.
     - O QUÊ?? O MUNDO EM PÉ DE GUERRA? - gritara Iago.
     - Calma estamos bem Iago não tem no que se preocupar - falou Amanda.
     - É isso mesmo não é Tommy ? -perguntou Vania.
     Os olhos dele brilhavam ao saber que ía aprender mais coisas e se tornar mais forte. Enquanto o Magnus se mantinha calado como se analisásse toda a situação.
     Um grande estrondo foi ouvido dentro do castelo, logo depois barulhos de vidro se estilhaçando mesas arranhand o assoalho. Todos os seis que ali estavam na sala de defesa contra as artes das trevas se levantaram de susto e empunharam suas varinhas. Diego saiu na frente e os outros cinco logo atras dele. O barulho parecia vir de varios locais diferentes o que os confundiam não sabiam pra que lado ir.
     - O QUE ESTÁ ACONTECENDO??!! - gritara Amanda.
     - É uma invasão provavelmente - falava em voz alta Diego - Não saiam de perto de mim e fiquem atentos qualquer pessoa estranha que aparecer azarem se usar um capuz e uma roupa preta derrubem.
     - Precisamos nos dividir - falou Tommy.
     - Também acho será melhor - concordava Magnus.
     - NÃO NINGUEM VAI SE DIVIDIR TODOS VIRÃO COMIGO - gritava Diego.
     Eles corriam e por onde passavam encontravam cadeiras e mesas quebradas pelo chão junto de vidros estilhaçados, quadros rasgados e caídos junto ao resto dos escombros de uma parede que faltava um grande pedaço. Ao chegarem no salão principal a visão que tiveram não foi tão boa quanto esperavam, alguns comensais da morte lutavam com a diretora e mais dois professores que estavam tentando mais preocupados em proteger um grupo de alunos que tremiam de medo atras deles.
     - Bom não tem o que fazer mostre o valor de vocês - cochicou Diego que correu pr cima de um dos Comensais que atacava a diretora e não viu a chegada dele. Um jorro de luz verde saiu da varinha de Diego e o atingiu em cheio que caiu no chão sem qualquer sinal de vida.
     Tommy, Magnus, Vania, Iago e Amanda estavam meio perdidos sem saber o que fazer em meio a toda aquela situação. Não sabiam até 3 Comensais que acabaram de chegar os perseguir. Os 5 corriam em ziguezague para evitar de serem atingidos pelos feitiços que ricocheteavam nos objetos ue ficavam pelo caminho quando eles passavam correndo pelos corredores do castelo.
     - Olha precisamos de uma plano - gritava Magnus para os outros escutarem.
     - Tá dificil planejar correndo de três comensais - respondeu Iago sem parar de correr e ouvindo um sim dos outros menos de Tommy.
     - Já entendi Magnus - falou Tommy - Boa sorte. E entrou em uma bifurcação sozinho de outro corredor que dava para os caminhos das masmorras.
     - NÃO, ELE VAI MORRER SOZINHO - Gritava Vania ao ver que o Tommy tomou outro caminho e um dos Comensais o seguiram.
     - Ele entendeu errado - comentou Magnus - Mas nao tem outro jeito dois pra um lado e dois pra o outro nas proximas passagens laterais que encontrarmos.
     - Não adiantam fugir vamos capturar vocês, não tem como crianças se livrarem dos Comensais da morte - falou uma voz grave enquanto outra voz dava risadas.
     Vania e Iago entraram por um corredor seguidos de perto por o comensal mais alto e Magnus e Amanda entraram pela outra seguidos também de perto mas pelo mais baixo.
    
     Tommy entrou numa sala que havia sido deixada com a porta aberta e se colocou num lugar estrategico esperando a chegada do inimigo para atingi-lo.
     - Não seja idiota garoto se entregue como os outros, que não tiveram vergonha em se entregar e ficaram quietinhos num lugar sem fazer nada - disse o comensal adentrando a sala.
     - Não me entregaria nem se fosse contra o seu chefe imagina pra um verme como você - falou Tommy com a varinha em punho.
     - O QUE SEU MOLEQUE ATREVIDO!!!! CRUCCIO!!!!
     Tommy caiu no chão gemendo de dor, enquanto o comensal dava gargalhadas, ta vendo moleque o que acontece com as pessoas que ficam contra nós. Então cessou o feitiço e Tommy abriu um pequeno sorriso.
     - Que audácia abrir um sorriso diante de mim. Você merece mais uma dose de corretivo.
     - Você não devia ter cessado o efeito do feitiço -  riu-se Tommy.
     - Ah é por...
     Mas antes que pudesse terminar o que dizia uma mesa o atingiu nas costas e ele caiu com um baque seco no chão. E o Tommy teve tempo  pra se levantar.
     - Seu idiota!!! vai morrer!!! Avada ...!!! - gritara o omensal mas não deu tempo o feitiço ser executado.
     - Laminus!!! - pronunciou tommy e o comensal foi atingido no rosto o que o deixou com um grande corte que sangrava bastante e sem o capuz que ocultava a sua face.
     - AAAAAAHHHHHH SEU IMBECIL FILHO DE UMA MÃE, AGORA IREI TE MATAR DE QUALQUER MANEIRA - Um jorro de luz vermelha saiu da varinha do Comensal e atingiu Tommy em cheio, que fora arremessado metros para tras atingindo a parede. Com a queda quebrou a perna e não conseguia se mover do local onde estava.
     - Morra!!! - gritou o inimigo enquanto se aproximava dele.
     - Laminus !!- Mas o comensal bloqueou. Dessa vez ele estava atento.
     - Não vai me acertar com isso de novo seu burro. - menosprezou-o.
     - Quem disse que eu queria te acertar, só estava te distraíndo - falou tommy numa mistura de dor e satisfação.
     - Hã???-  Mas ao se virar o Comensal fora atingido na perna por uma pequena faca.
     - Consigo fazer essas coisas sem precisar pronunciar os feitiços. - debochou Tommy.
     O comensal tirou a faca e guardou nas vestes e se aproximou de Tommy mancando e ainda com o rosto sangrando bastante. Um jorro de luz vermelha saiu da varinha do comensal atingiu Tommy e a varinha dele voou pra longe do local que ele se encontrava encostado. Estava agora encurralado e não tinha pra onde nem como fugir da situação. Havia sido capturado pensava ele.
     - Você vai morrer pelo que me fez passar - apontou a varinha e direção do Tommy. - Voc~e até tem garra moleque, mas não é páreo para um comensal da morte poderoso como eu.
     - Ta aí uma coisa que eu não sabia?! Que defunto falava!
     Ouviu-se uma voz na porta da sala. O comensal se virou e viu um homem parado de varinha em punhos apontando para ele.
     - Mas... é ... Grigiel?!- admirou-se ele
     - O próprio. Contemple o meu rosto pois será a sua ultima visão em vida. Avada Kedavra!!! - Um jorro de luz verde saiu da varinha de Gaunt e acertara o Comensal que caíra morto ao lado de Tommy.
     Gaunt se aproximou dele colocou a varinha na perna quebrada do filho que logo ficou curada.
     - Os arranhões e cortes isso fica pra depois na ala hospitalar, agora va atrás dos outros. - falou Gaunt.
     -Mas quemé você e porque me ajudou? - perguntou Tommy.
     - Sou seu pai - respondeu ele.
     - Não, preciso lhe fazer muitas perguntas - o contrariou Tommy.
     - Respostas, depois, esse não é o momento, va agora - ordenou ele.
     - Não pense que vai escapar - disse Tommy enquanto saia da sala com a varinha em mãos.

     Magnus e Amanda corriam, até Amanda ser atingida por um feitiço que amarrou suas pernas.
     - Irra ja foi uma agora é a vez de laçar o outro. - se divertia o Comensal.
     - Não vai ser facil - disse Magnus que parara de correr ao ver que Amanda havia sido atingida.
     - O garotinho se acha alguma coisa. Olha vou te mostrar a dor que podemos causar em alguém hahahahaha
     - Blizzard!! gritou magnus apontando a varinha para o chão onde o comensal estava em pé, o que deixou aquele local congelado e liso fazendo o inimigo escorregar. Ele correu para ajudar Amanda ela se levantou pegou a varinha e os dois voltaram a correr mas novamente foram atingidos, o corredor era estreito e com isso dava vantagem ao Comensal.
     - Impedimenta!! gritou Amanda se levantando rapidamente, mas o feitiço fora bloqueado pelo inimigo que revidou; - Veritas!! - Ela foi jogada pra tras como se presa a dois ganchos na pele enquanto gritava de dor.
     Apontou a varinha para o Magnus - Cruccio!! - Magnus guinchava de dor, era uma dor insuportável, não sabia como se aguentar.
     Expelliarmus!! gritara Amanda o que fez com que o comensal cessasse o feitiço do Magnus para defender.
     - Espera aí... Você é a filha do Onix, ora ora - o Comensal acenou com a varinha e algumas estátuas do local criaram vida e cercaram amanda a deixando presa como se fosse uma jaula.
     - Assim fica mais segura e não me da trabalho, devia era me ajudar para dar orgulho ao seu pai. - falou o Comensal.
     - Agora você Cruccio!!!! - Novamente Magnus é tomado por uma dor insuportável, não sabia mais o que acontecia era só ele e a dor. Quando uma voz ecoou em sua cabeça.
     - Liberte-se, exploda, eleve sua capacidade - dizia a voz.
     Magnus de repente abriu os olhos que brilhavam numa luz intensa se levantou como se levitasse e entaõ tudo foi explodindo ao seu redor.
     - MAS O QUE É ISSO!!! - gritava o Comensal.
     Mas antes que ele pudesse falar qualquer coisa havia sido arremessado muitos metros longe dali. Amanda gritava freneticamente.
     - MAGNUS ACORDA, POR FAVOR, SOU EU ACORDA!!!
     Mas nada parecia adiantar ele estava num transe, como se estivesse possuído.
     Até que perto da Amanda apareceu um Homem que apontou a varinha para o Magnus e ele caiu deitado no chao. Tirou Amanda de dentro do bloqueio das estátuas e voltou a caminhar falando; - Ele está bem, acorde ele e vá procurar os outros, ah Tommy está bem e também procura por vocês.
     - Mas quem é o senhor? - perguntou Amanda.
     - Sou Vincent Gaunt ou Barão Grigiel como preferir. E saiu rapidamente dali.

     Vania e Iago corriam desviando dos ataques, mas decidiram revidar e cabaram se virando ao mesmo tempo e lançando juntos o feitiço; - Impedimenta!!! - O comensal fora atingido e derrubado.
     - Ufa essa foi por pouco - falou Iago.
     - Foi sim - respondeu Vania.
     - Não se aliviem, não é porque derrubaram o inutil do Kraus que se livraram de nós. Vamos capturar vocês e seus pais vão ser obrigados a obedecer o Lorde das Trevas. Incarcerous!!! - Os dois foram presos por cordas
     - Droga o que a gente faz? - Perguntou Vania tentando inutilmente se livrar das cordas.
     - Sei la, não tenho idéia, estamos ferrados isso sim - respondeu Iago com pessimismo.
     - O resto de nós ja devem estar cuidando de matar todos os professores e funcionários e tomaremos o castelo e todos os pais vão se curvar ao lorde das trevas.
     Mas algo não estava certo uma movimentação grande uma grande batalha acontecia.
     - Mas que diabos está acontecendo?
     Quando ele foi supreendido por outros comensais que corriam em retirada
     - QUE DIABOS ESTÁ ACONTECENDO? - GRITOU ELE.
     - PERDEMOS , PERDEMOS, BATER EM RETIRADA DEPOIS REATACAMOS. - respondeu um dos comensais que corriam fugindo e sendo perseguidos por outras pessoas.
     - MAS POR QUE? - perguntou quando também começava a correr. Porém fora atingido por um jorro de luz verde e caiu morto ao lado dos dois alunos amarrados.
     - AHá toma idiota o que merecia - debochava Iago.
     - Fica quieto Iago, a não estamos seguros aqui precisamos fugir logo, pra um lugar a salvo. - alertava Vania.
     Diego chegou até os dois e os desamarrou; - Vocês estão bem? aquele Comensal mais ali atras caído foi obra de vocês?
     - Sim foi. - respondeu ao mesmo tempo Vania e Iago e se entreolharam
     - Haha muito bem, são meus alunos. - falou Diego orgulhoso.
     - Mas o Senhor ta bem machucado - comentou Vania.
     - Eu sei são ossos do ofício, vamos levantem-se, mas onde está Tommy Magnus e Amanda?
     Os dois baixaram a cabeça ; - Não sabemos - respondeu Iago em tom de preocupação
     - Tommy correu sozinho pra um lado com um comensal em seu encalço, Magnus e Amanda foram juntos pra outro lado e nós seguimos reto - explicou Vania.
     - Vamos levantem-se. eles devem estar bem sabem se cuidar, vão pro seu salão comunal que será feita la a verificação dos alunos para saber quem foi capturado, quem esta desaparecido ou o que mais tenha acontecido - falou Diego em tom preocupado. Vão logo e não parem em lugar nenhum, não procurem os outros vão;
     Os dois saíram em direção ás masmorras e Diego para o Salão Principal. O que será que tinha acontecido a todos?
                                                                      

sábado, 27 de novembro de 2010

Fanfic Cap 6 - Grande Aquisição

Fazia sol aquela manhã, Magnus se levantou e como de costume vestiu suas vestes e saiu para o café da manhã. Sentou-se

à mesa da Corvinal e de lá observara que Iago não estava no lugar habitual na mesa da Sonserina, ao lado de Tommy, Vania e

Amanda. Estes por sua vez estavam absortos em cochichos e pareciam bem animados. Alguns colegas tentavam puxar conversa com

ele, mas como sempre ele não dava muita atenção apenas era educado.
    - Magnus o prof Diego mandou entregar esse bilhete pra você - falou Iago que vinha chegando - Ele mandou pra Vania,

Tommy, Amanda e eu também, será que estamos com problemas? - perguntou preocupado -Bem, vou la entregar os deles - E saiu

em direção da mesa da Sonserina.
    Magnus abriu o bilhete e começara a ler:
   
    Magnus após a aula de Defesa contra artes das trevas quero que se dirija a sala para termos uma conversa importante.

    Após o café todos os alunos saíram para as salas de aula, menos a turma do quarto ano da Sonserina e da Corvinal, que

teriam aula de defesa contra artes das trevas no lago. Ao chegarem no local marcado para a aula o prof Diego ja esperava

todos com um ar desafiador.
    - Até que enfim, já estava me cansando de esperar por vocês. Hoje como vocês podem ver, vamos aprender na pratica, o

lago está cheio de bichos e vocês vao ter que se defeder, de acordo com o que aprendemos nas aulas passadas.
    Os alunos se espantaram, era a primeira vez que teriam uma aula assim, Tommy olhou para Magnus que logo percebeu por

suas feições que ele estava se divertindo com isso, ja a Vania tinha um olhar de preocupação, Amanda e Iago tinham um ar

sonhador como se não ligassem pra o que estava acontecendo e varios alunos faziam cara de medo.
    - Vamos la eu sei que ja aprenderam o feitiço cabeça-de-bolha, usem-no e entrem na agua com a varinha em mãos - falou

Diego firme.
    Grande bolha de ar aparecia na cabeça de quem usava o feitiço e eles entraram na agua um a um. Ja dentro d'agua Diego

deu as ultimas instruções e ficou observando os alunos que teriam que procurar e encontrar alguns baus que continham uma

surpresa para quem os achassem.
    Tommy como sempre o mais afobado saiu logo a frente seguido por Iago que não queria dar a chance para ele encontrar os

brindes para ele, e seguidos de perto por dois alunos da Corvinal, Vania era mais cautelosa e seguia mais atras junto da

Amanda e o Magnus era o mais tranquilo observando tudo e todos sendo observados pelo prf Diego.
    - Tentando me alcançar Iago? nao vai conseguir - desafiou Tommy.
    - Você que pensa - retrucou Iago.
    - Vocês dois podem parar de picuinha não e uma competição pra saber quem é o melhor!! - protestara Vania.
    - Apoiado Vania - falou Amanda.
    Tommy se calou e virou a esquerda mas nao foi seguido pelos outros que continuaram em linha reta, apenas o Magnus foi

para o mesmo lado do Tommy. Pequenos peixes passavam velozes por eles, e alguns vultos maiores, que naõ conseguiam

distinguir do que se tratava.
    - Tommy espera - gritou Magnus.
    - Que foi Magnus, quero encontrar logo antes dos outros as coisas. - retrucou ele
    - Você não percebeu que algo está nos cercando? - perguntou Magnus receoso, e ele tinha razão os vultos maiores estavam

ficando cada vez mais proximos e os rodeando em circulos.
    - Claro que já e enquanto nadava eu pensava no ataque - respondeu Tommy.
    Magnus não sabia se acreditava ou não pois quem mais planejava antes de qualquer coisa era ele, mas ficou aliviado de

saber que não teria que preparar tudo sozinho.
    Plantas verdes claras tomavam todo o local onde os dois estavam, o que dificultava suas visões, e sem prévio aviso algo

agarrou a perna de magnus e o puxou. Agora dava pra ver o que os cercavam, se tratava de Grindylows, um pequeno demônio

aquatico de chifres, que saíam do meio das plantas e se aproximavam mais os cercando.
    - LAMINUS!!!!- e algo semelhante a uma estocada de espada acertou os dedos do gindylow que atacava Magnus o

nocauteando.
    - Valeu!! gritou Magnus, olhando os cortes em sua perna causado pelas unhas do demonio. - Petrificus Totalum! e o

demonio que partira pra cima de Tommy pelas costas ficara paralisado.
    - Wow!! - droga estão vindo mais Magnus!Se afasta!! - gritou Tommy - Laminus!!! a estocada dessa vez acertara o torax

do grindylow e o afugentou.
    - Boa Tommy!! REVERTY O STETLY!!! o feitiço acertara outro demonio aquatico e o jogara pra longe girando no proprio

eixo.
    - Uhuu SO FALTAM DOIS!!! gritara Tommy. E os dois garotos atacaram ao mesmo tempo  STUNNING!!!! e os grindylows que ja

estavam prestes a cravar suas unhas nos garotos pararam confusos.
    - Vamos logo antes que esses voltem ao normal - falou Magnus apressadamente.
    Os dois avançaram mais e nao demorou para encontrarem dois baús cada um pegou um para si e voltaram, mas dessa vez por

um caminho diferente.
    Ja fora da agua cada aluno ali conseguira pegar um baú, o prof havia colocado um baú para cada aluno, mas pelas suas

feições não esperava que todos tivessem conseguido as suas.
    - Muito bem 20 pontos para Sonserina e 20 pontos também para Corvinal me impressionei com alguns de vocês estão de

Parabéns, muito bem estao dispensados e quando todos ìam saindo de volta para o castelo o prof Diego parou o grupo em que

ía, Tommy, Magnus, Vania, Iago e Amanda. - Vocês pra minha sala. e saiu caminhando com eles para dentro do castelo.

    Ja na sala de defesa contra artes das trevas, Diegou sentou-se em sua cadeira e conjurou assentos para cada um deles.
    - Vou tentar ser bem breve e objetivo para que vocês me entendam e nao percamos tanto tempo aqui. - falou o professor.
    - Como vocês sabem o mundo bruxo está em pé de guerra, houve a morte do Ministro e com isso o pânico tomou conta de

cada pessoa que conhece o mundo da magia.
    - Certo e o que isso tem haver conosco? - perguntou Tommy impaciente.
    - Bem venho observando os alunos que mais tem potencial na escola para uma certa pessoa e vou ser direto ele quer que

eu os recrute menos você Tommy.
    - Por que menos eu? falou ele em tom de raiva.
    - Porque a pessoa que me pediu isso é seu pai.
    Aquela informação foi como um baque para todos ali, Tommy nunca soube nada da sua família e ali sem mais nem menos o

professor diz que o pai dele esta por aí.
    - Nós soubemos pouco tempo atras, quando vocês enfrentaram o professor e o Tommy usou a lingua das cobras - disse

Diego.
    - Faz sentido - falou baixinho o Magnus.
    - Porque faz sentido? - perguntou vania.
    - Porque só o descendente de Salazar Slytherin tem esse dom - respondeu Iago.
    - E o bruxo ofidioglota mais conhecido e poderoso é o Lord das trevas. - falou Amanda espantada.
    - Então o que é isso? sou filho de Voldemort? - perguntou Tommy.
    - Não - respondeu Diego.
    - Mas é filho de Vincent Gaunt, ele é primo de Voldemort e é tão forte quanto, hoje em dia ele é o único que pode

rivalizar com o lorde. É uma longa história e ele vai contar a vocês podem ter certeza disso.
    - E porque eu iria querer algo com ele? ele me jogou nas ruas e nunca fez nada por mim. - Tommy falava num tom de raiva

e agressividade.
    - Porque você é ambicioso Tommy, você quer ser forte, poderoso e reconhecido e você pode conseguir isso com ele. Cada

um aqui teria um motivo pra aceitar um chamado dele, Magnus você quer entender e controlar melhor esses seus poderes. Vania

 quer demonstrar seu valor que mostrar que pode recuperar o que lhe foi tirado. Iago porque nao iria ficar do lado

contrário a seus amigos, e você Amanda, porque é contra o seu pai estar do lado de Voldemort como Comensal da morte e vai

querer o Lorde morto para sua família voltar a rotina normal e nao correr mais riscos.
    Todos ali se calaram, Diego havia tocado o ponto fraco de cada um. Não podiam negar.
    - Então o que me dizem, vocês são a proxima geração, o senhor Gaunt acredita que vocês serão muito fortes e terão

papeis importantes em acontecimentos futuros, e me colocou como responsavel pelo primeiro estagio do treinamento de vocês.
    - Ta... ta bem vamos ver o que da... um pai... ele vai ter que me dar explicaçoes...e não pense que vou aceita-lo assim

de bom grado... - falou Tommy emburrado.
    - Eu aceito - falou Vania decidida.
    - Eu também - disse Amanda mostrando ainda um pouco de receio
    - Então seremos usados na guerra... e pra isso o treinamento... - bem desde que eu encontre respostas tudo bem -

respondeu Magnus pensativo.
    - Bom... alguém tem que organizar e controlar todo mundo senão vao se matar em brigas hahaha eu aceito - brincou Iago.
    - Pois muito bem vocês agora são novos membros do grupo, agora são Discipulos do Caos, o segredo deve ser mantido por

enquanto. Agora preciso sair vão pras suas salas comunais antes que o zelador pegue vocês nos corredores.
    Eles saíram de la cochichando teorias sobre o que estava acontecendo. Enquanto Diego saía do castelo.

    Outra vez naquela mesma sala recheada de archotes do seculo 18 e uma grande mesa central e um lustre majestal sobre

eles iluminando todo o local. Ja era a terceira vez só naquela semana que reuniões deste tipo acontecia.
    - Estou aqui com todos vocês Discipulos do Caos, porque tenho algumas coisas para lhes revelar mostrar o porque devemos

vencer essa guerra a qualquer custo. falou Gaunt imponentemente.
    - Como vocês sabem nós bruxos nos escondemos o tempo todo dos não bruxos, quando descobertos apagamos suas memorias,

punimos os responsaveis entre outras coisas.
    Todos confirmaram com a cabeça as afirmações do seu líder.
    - Mas Senhor o que isso tem haver com o Lord? - perguntou Regulo.
    -Pois bem o Lord simplesmente ataca os não bruxos de qualquer maneira, sem motivos os mata e não faz nada para esconder

o que fez, pelo contrário ele se mostra. Para quem não sabe desde os tempos antigos em muitos lugares a magia era banida,

quem fosse pego usando magia era condenado a morte, e muitos bruxos e bruxas foram queimados na fogueira. O prórpio Merlin

viveu nessa época e teve que esconder sua real identidade por muitos anos para não ser morto por Uther Pendragon.Chegou a

haver grandes guerras entre bruxos e não bruxos e depois de muito trabalho e perdas inimaginaveis para nós conseguiram

reverter e hj vivemos o mesmo problema e até hoje vivemos do mesmo jeito nos escondendo, e não era pra menos...
    - Se vocês soubessem que os não bruxos tem um poder que pode fazer muitas coisas, inclusive coisas que a magia ainda

não conseguiu, ficariam supresos. Essa coisa que os não bruxos possuem se chama ciência, tecnologia. Com isso eles podem

fazer coisas incríveis, o problema e a ligação com Voldemort é que se ele continuar agindo dessa maneira os trouxas irão

saber de nossa existência e vão se defender e vai haver outra grande guerra, o problema é se os bruxos sobreviveriam. -

explicava Gaunt.
    - Mas Senhor é tão poderosa assim a ciencia? - perguntou Farrell.
    - Claro que é... não é como nossos poderes, mas pode ser perigoso pra gente se não controlarmos, por isso tudo que

fazemos é POR UM BEM MAIOR. Devemos vencer a Guerra, e ficarmos a frente do Ministério, mas não so daqui temos que estar a

frente de grande partes dos Ministerios, para formarmos uma frente de controle de trouxas. Devemos ter o controle sobre as

ações deles e usarmos alguns, para entendermos o que a ciência e a tecnologia são capazes de fazer.
    - Por isso devemos dar nossas vidas nessa guerra porque vocês sabem é TUDO POR UM BEM MAIOR. - falou Gaunt igualzinho

um Estadista.
    - Escutem com atenção meus Discipulos, nós iremos ganhar essa guerra vamos mostrar quem somos, e teremos o povo e então

o Ministério e iniciaremos o estágio 2 que é, conseguirmos o mesmo em outras localidades do mundo, e então vamos partir

para o estágio 3 que é iniciar o controle sobre os não bruxos.
    Muitas palmas e urras e vivas eram feitas naquele momento, Gaunt conseguira mesmo cativar e aumentar a vontade dos seus

Discipulos, somente o Diego estava calado a um canto apenas observando.
    - Vamos vocês são os Discipulos do Caos, vamos fazer nossa primeira movimentação a divisão de invasão vai invadir o=um

dos esconderijos dos Comensais... Aaaaahhhh, mas que cabeça minha, quero lhes apresentar nossos novos aliados, Voldemort

tem os lobisomens ao lado dele, mas nós temos os Vampiros, entrem pode vir.
    Alguns homens e mulheres saíram de outro comodo e adentraram a sala. Eram extremamente brancos e suaves como s tivessem

sido esculpidos em osso descorado. Seus rostos pareciam tão inanimados, quanto uma estátua, exceto pelos olhos que emitiam

um pequeno brilho.
    Todos ficaram surpresos. Alguns não gostaram da idéia de lutarem ao lado de vampiros, não confiavam neles, outros

gostaram da idéia de terem ajuda.
    - Como alguns devem saber os vampiros e lobisomens vivem em guerra a muito tempo, e então conseguimos a ajuda deles,

esses são Lestat, Annabele, Lucian, Gaio, e Annete. Eles são os representantes deles, mas podem ter certeza, são muitos -

falou Gaunt entusiasmado.
    - Vamos la Discipulos do Caos vamos mostrar o que podemos fazer POR UM BEM MAIOR...
    A reunião seguiu noite adentro.

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Fanfic cap 5 - Guerra Iminente

 Chovia bastante aquela manha e ainda teriam aula de trato das criaturas magicas. Tommy encontrou a Vania no caminho

para o café da manhã. Passavam por corredores em que todos os quadros pareciam ter vida. Ao chegarem no Salão Principal os

dois logo avistaram Amanda e Iago e foram se sentar com eles.
     - Oi Vania, ola Tommy - falou Iago e Amanda ao mesmo tempo.
     - Ola - respondeu Tommy.
     - Oi Iago, ah Amanda ja terminei o trabalho de historia da magia, se quiser ver depois - falou vania.
     - Quero sim, não consegui fazer nada ainda to atrasadíssima - Amanda falou sorrindo.
     - Ah Tommy e aí vai nos contar o que você foi fazer ontem depois daquele acontecimento? perguntou Iago.
     Tommy fitou Iago com um ar frio sem se importar que os outros percebessem.
     - Com certeza não pra você - retorquiu Tommy.
     - Ah qual é cara, não da pra esquecer as mágos do passado? pode confiar em mim - suplicou Iago.
     - Quem sabe depois - respondeu Tommy friamente, enquanto tomava um grande copo de suco.
     Quando terminaram o café da manha os três se levantaram e se dirigiram para fora do castelo para a aula de trato das

criaturas magicas. Já havia parado de chover, mas o céu continuava muito nublado o que poderia significar que a qualquer

momento poderia cair um temporal.
     O professor Frederico ja esperava os alunos, vestia um sobretudo ja que fazia frio naquela manhã
     - Vamos andem depressa - falou Frederico
     Vania por um momento hesitou achando que ele iria levar os alunos para a floresta proibida, ela não tinha boas

lembranças da floresta desde o acontecido entre ela tommy e Iago em anos anteriores
     - O que será que aconteceu com o professor de ontem? - perguntou Magnus
     - Sei lá o Prof Diego deve ter dado um jeito nele - respondeu Amanda
     - O que aconteceu com o professor ontem ? - perguntou Mila, uma garota de estatura média cabelos loiros e de ar de

superioridade.
     - Não lhe interessa - respondeu Vania imediatamente
     Todos os alunos chegaram na entrada da floresta, mas ali havia um cercado, mas dali de onde eles estavam não dava para

observar de que bichos se tratava
     - Professor? o que tem aí do outro lado ? perguntou nath, uma garota de estatura baixa, cabelos longos e ondulados e

com um ar meigo.
     - Hipógrifos - Respondeu ele com entusiasmo. - Hoje estudaremos Hipógrifos.
     -Se vocês quiserem chegar mais perto fiquem a vontade não tem perigo. Mas saibam que eles são orgulhosos, se ofendem

com facilidade, nunca insultem eles ou eles podem lhe matar - explicava o professor
     Então todos puderam ver o que se tratava, era uma criatura metade cavalo, metade ave, e dava para apreciar a pelagem

luzidiados hipogrifos, qu mudava suavemente de pena para pelo.
     Enquanto observavam um garoto olhava para o grupo em que estava Tommy, Magnus, Vania , Amanda e Iago, com ar de

desprezo, era Shino um garoto meio desengonçado mas que mantinha uma certa rivalidade com eles.
     -Prof o Tommy ta tramando atiçar os hipogrifos pra cima da gente - falou ele com um sorriso de vitoria.
     - O que ? não fiz nada? - respondeu Tommy.
     - Isso mesmo Prof ele não disse nada - ajudava Magnus.
     - Menos 10 pontos para Sonserina - bradou Frederico
     - Mas que injustiça - gritou Iago.
     - Menos 5 pontos pra Sonserina por duvidarem do meu julgamento.
     - AAAhhh, gente vamos nos calar depois a gente pega aquele safado. - cochichou amanda, enquanto Shino e sua turma riam

 de tudo que acontecia.
     Depois do pequeno tumulto a aula foi transcorrendo normalmente, e quando acabou todos voltaram para o castelo, pois

teriam aula de defesa contra artes das trevas.

     Na sala de estar a reunião ía acontecendo normalmente.
     - Como está seu relatório Regulo ? - perguntou Gaunt
     - Nada ainda senhor, sem notícias, parece que ela evaporou - respondeu ele.
     - Isso ta muito chato gaunt, não preciso estar aqui mesmo, vou visitar o Bernardo. - falou Kitiara enquanto saía
     - Porque confia nela? - perguntou Jones
     - Ora meu caro, não confio, apenas não faço nada, porque ela pode nos levar ao Voldemort, ela esta numa situaçao

dificil, de uma lado voldemort do outro eu, ela sabe que eu nao farei nada a ela por isso confia estar aqui e ela sabe que

se o voldemort quiser mata-la eu sou a unica pessoa que ela pode recorrer, então por enquanto ela nao fará nada.
     - Mas senhor...
     - Basta Jones, não quero mais saber desse assunto - retorquiu gaunt.
     - E você Diego ja observou-os? - perguntou ele
     - Sim, ja sim e não há duvidas aquele grupo realmente é bem forte e o Tommy é seu filho - falou ele ajeitando os

oculos com a ponta do dedo.
     - Mas acha que eles dão conta? - falou gaunt
     - Claro, seria um pelotão a mais e se ensinados corretamente serão um grupo fortíssimo - falou diego calmamente
     - Magnifico, Magnifico, quero que arrume um encontro meu com eles imediatamente, pode ir Diego, regulo pare com as

buscas você vai comigo em outra missão, Jones va entrar em contato com os outros e convoquem eles, vamos ter ação... vai

começar... - falou Gaunt animado.
     Depois que todos saíram Gaunt preparava uma poção quando alguém bateu na porta. Ele fez um movimento com a varinha e a

porta se abrira, mas não havia ninguem. Sem pensar duas vezes ele pronunciou palavras numa lingua bem estranha.
     - Não precisa fazer isso - falo uma voz misteriosa.
     - Apareça ou irei destruir todo o local - Falou Gaunt.
     Um vulto passou ao lado de Gaunt e parou em frente a ele. Era um homem de aparencia velha com uma barba longa e

cabelos prateados usava um manto que qualquer diria ser de seculos passados.
     Gaunt apontava a varinha em direção a ele.
     - Então quem é você o que faz aqui? - perguntou ele.
     -Não se preocupe sei quem você é - falou o velho, que tinha uma voz tremida. - Estou aqui para lhe revelar algumas

coisas que você precisa se preocupar. Ja ouviu falar na Velha Religião? - perguntou eleus olhos e a varinha estavam fixos

no estranho velho como se esperasse o menor dos movimentos para dar o golpe final.
     - A Velha Religião é um lenda, novamente quem é você ou lhe matarei agora mesmo. - bradou Gaunt.    
     - A velha Religião naõ é uma lenda ela realmente existiu e ainda existe, você nao tem ideia dos poderes e

conhecimentos que ela guarda, esses conhecimentos estão sendo caçados pelo bruxo que se intitula Voldemort você precisa

impedi-lo. - explicava ele.
     - Mas que tipo de coisas ele procura? - perguntou Gaunt incredulo. Agora suas feições mudaram para a curiosidade.
     - No momento certo você saberá, mas posso lhe informar que os comensais estão prontos organizados e estão esperando as

ordens para iniciar o golpe e tomar o poder.
     Gaunt não sabia se acreditava nas palavras do velho desconhecido ou não, porém, estava muito interessado no que ele

falava. Mas nao  mudava da sua habitual posição de ataque.
     - O nome Annabelle significa algo pra você? - perguntou o velho - a proposito me chame de Gaius.
     Gaunt arregalou os olhos, não sabia como o velho sabia sobre Annabelle.
     - Você não sabe de nada - Gritou Gaunt.
     - Não se altere, saiba que existe uma garotinha que você vai querer encontrar, que está muito bem escondida que a

Annabelle me pediu o favor de lhe encontrar e avisar, pois essa garota seria sua filha e pra segurança dela estava

escondida  entre trouxas, com um nome diferente.
     Gaunt respirou fundo. - Muito bem se prepare para morrer, sabe não gosto de brincadeiras sem graça, prepare-se para

morrer. bradou Gaunt.
     - Pode ate me matar, mas até você cabeça dura, ja precebeu que é verdade o que estou falando, a Annabelle deixou esse

bilhete para você. O velho jogou o bilhete no chão.
     O bilhete simplesmente flutuou e foi para direto na mão do gaunt ao menor aceno da varinha. Ele abriu o bilhete olhou

atentamente, um olho no bilhete e o outro no velho.
     - Muito bem - falou Gaunt baixando a varinha. - Pode ir preciso convocar uma reunião - falou gaunt apontando para a

porta.
     - Claro, claro, sabe você é forte mas ainda não está bem preparado, pode ficar mais. outra coisa a Kitiara não é quem

você pensa que é. Ate breve Vincent Gaunt. - falou o velho e sumiu desaparatando.
     Gaunt guardou o bilhete nas vestes e olhou atentamente para sua cobra Pandora. As coisas vão esquentar querida, vão

esquentar. Não deixe nenhum desconhecido que entrar vivo querida. Desaparatou.

     - Qual o problema Tommy? por que conversarmos assim tão isolados? - perguntou Vania.
     - Não vê que tem haver com o que ele foi fazer no outro dia Vania - falou Magnus.
     Tommy que tinha nos olhos um brilho de satisfação, parecia estar muito animado com o que ía contar para os amigos.
     - É incrível, naquele dia depois que a varinha havia caído no chão, um jorro de luz saiu dela e atingiu a parede, mas

eu vi que ela tinha se aberto um pouco entao fui verificar - falava Tommy com um grande sorriso no rosto - Era um livro, um

livro muito estranho eu tipo entrei dentro do livro e foram acontecendo coisas comigo eu vi coisas de quando o castelo

ainda iria ser inaugurado.
     Magnus olhou para ele interessado - Interessante, muito interessante, Tommy me mostre onde estava irei ate o local

talvez se eu tocar na parede ou no livro possa extrair mais informações - falou Magnus.
     - Depois mostro a vocês - falou Tommy.
     - Mas como era Tommy? - perguntou Vania.
     - Bom, a principio achei que estivesse enlouquecendo, ouvi uma risada na minha cabeça, algo me chamando então percebi

que era o livro fui ate ele e estava em branco a não ser pela capa que havia um tipo de procissão em volta de uma arvore,

uma grande serpente enrolada nela e alguns passaros. Fui escrever nele e a tinta foi absorvida e falou:
     Por trás da luz há sempre a escuridão,
     Por trás da paz há sempre a guerra,
     O passado não foi belo,
     E o que era belo durou pouco,
     Uma história tenebrosa portanto se desfecha,
     Aos olhos de quem puder vê-lo..
     - Então fui parar dentro do livro e la estavam os fundadores. Estavam felizes mas eu sentia que algo iria acontecer,

mas fui levado de volta antes - falava Tommy em tom entusiasmado mas ao mesmo tempo confuso.
     Vania abriu a boca supresa e Magnus tentava digerir tudo aquilo, e se preguntava como algo assim estaria ali e se

contava a historia de hogwarts poderia ajudar em muito nas respostas e nos estudos que ele queria fazer e obter.    
     - Quando apareci de volta à sala mais palavras apareceram :
     Lestes uma página,
     Mas outras estarão por vir,
     Se um Slytherin fores,
     E a capacidade lhe permitir..
     - Então percebi como vocês me falaram outro dia, eu sou descendente de Slytherin, posso falar com as cobras e agora

isso - falou Tommy.
     - É acho que é mesmo, não é Magnus? - perguntou Vania.
     - Faz sentido ... . Magnus estava extremamente pensativo, o que poderia significar tudo aquilo - Tommy vamos ver esse

livro - falou ele
     - É também estou curiosa para ver vamos - falou Vania entusiasmada.
     - Vamos. E os três saíram em direção às masmorras.
    
     Ja durava algumas horas que estavam ali várias pessoas reunidas com o Gaunt.
     - Chamei vocês aqui de volta porque houve algumas mudanças nos planos. A Guerra vai começar pra valer e cada um de

vocês que estão aqui serão líderes de divisões. Cada um terá seu pelotão. Não m interrompam até eu terminar - falou Gaunt.
     - Temos que ser muito bem organizados então vamos dividir em divisões com tarefas organizadas Regulo você vai liderar

a divisão de sensores, ou seja, sua equipe é de rastreamento colher informações; Shelly você sera da divisão de suporte,

durante batalhas sua equipe da suporte médico; Giulia Abbot você liderará a divisão 3 que é da segunda linha de ataques.
Dolloham você vai liderar a equipe de invasões, sua equipe precisa invadir locais que estão sob poder do inimigo e resgatar

possíveis prisioneiros. Hadley sua equipe será a que vai ter mais membros será a linha de frente esses papeis na mesa tem

todas as designações das nossas proximas missões está tudo detalhado . - explicou Gaunt.
     - Senhor e se capturarmos algum inimigo? - perguntou hadley.
     - Então Diego e eu cuidaremos deles. - disse Gaunt.
     - E eu não faço nada? não lidero nenhum ? - perguntou Kitiara.
     - Não, seu trabalho é comigo e com Diego - respondeu ele.
     Todos estavam ali animados, enfim a hora de derrubar os Comensais o Voldemort e o Ministério, estavam impressionados

como Gaunt organizou um grupo de bruxos como um exercito.
     - Vão se juntem às suas equipes e mostrem as estrategias e contem como foi essa reunião. Vão e avise que a partir de

agora o MUNDO VAI CONHECER OS DISCIPULOS DO CAOS -  gritara Gaunt.
     Todos saíram com um ar de satisfação, mas Gaunt continuava pensativo desde a visita daquele velho. Enquanto a Kitiara

saía dali de mansinho e calada para não chamar atenção.
     - Algum problema? Sabe que a Kiti saiu para contar da reunião para Voldemort, não é? - perguntou Diego.
     - Não, nenhum problema, sei sim é isso que eu quero, ele sabendo que iremos nos movimentar. Mas então meu amigo ja

sabe o que quero de você? - falou Gaunt.
     - Sei sim mas o que irá fazer com elas? - perguntou Diego preocupado enquanto ajeitava os oculos com a ponta do dedo.
     - Será a ultima equipe eu, você e eles. Em último caso entrarão em ação, prepare eles Diego, conto com você. Agora

preciso falar com cada membro, voce pode voltar para a escola. - e desaparatou deixando Diego sozinho.
     Diego ficou um momento pensativo, então desaparatou também e so conseguia pensar uma coisa " Seja o que Merlin

quiser".

segunda-feira, 11 de outubro de 2010

Fanfic cap 4 - O antigo livro

 Diego entrara no castelo decidido, passara pelos portões ladeados por estátuas. Os relâmpagos riscavam o céu constatemente e a chuva caía torrencialmente.
     Dentro ele deparou-se com vários professores e funcionários, com expressões aterrorizadas nas suas faces, alguns pais que ali estavam para buscar seus filhos e  dentre eles alguns membros do Ministério, que vieram dar a versão deles do ocorrido. O burburinho era cada vez maior. Ao ver a situação Diego ajeitou o óculos no rosto, empurrando o centro dele com a ponta do dedo indicador enquanto avistava a diretora Miranda Bagshot.
     Ele se mexeu com tanta rapidez que parecia ter desaparatado, num momento estava ali e no momento seguinte se espremera entre o aglomerado de pessoas que tentavam obter dele alguma declaraçao sobre o incidente no Ministério, já que naquele momento os membros que la trabalham ja haviam falado da presença dele no local no momento em que Voldemort invadira o recinto.
     - Miranda preciso falar com você - exclamou Diego ao conseguir chegar perto da diretora
     - Claro Diego, meu escritório - disse ela
     Ao entrarem no escritório de Miranda, Diego avistou algumas caras conhecidas, que ele logo reconheceu, pois eram seus alunos, Tommy, Vania, Magnus, Macio, Pabhullo, Onix, Iago, Bernardo, Lucy e Ronie , além do Professor Frederic Stone. Que o Diego conhecia bem pois não gostava dele.
     Diego novamente ajeitou a posição do óculos com a ponta do dedo indicador. - Então o que vocês fizeram agora.
     - Nada - respondeu Tommy
     - Nada? Então vai me dizer q um duelo, ou melhor uma batalha com você Tommy,Vania, Magnus, Iago e Onix contra Macio, Pabhullo, Lucy, Bernardo e Ronie não é nada?
     - Fred cuide deles que tenho assuntos com o Diego - Disse Miranda.
     - Claro, vamos todos pra minha sala - disse ele autoritariamente.
     Diego ficou olhando o professor Frederic sair com os alunos, com uma cara nada satisfeita.
     - Então é verdade você estava la no momento que tudo aconteceu ? perguntou Miranda.
     - Sim estava - disse Diego, novamente ajeitando os óculos no rosto.
     - Como aconteceu, e por que estava la? -interrogava Miranda.
     - Miranda eu sei que aqueles membros do Ministério vieram pedir que você me perguntasse achando que eu daria outras respostas pra você, mas o que aconteceu é o q o Ministério ja sabe. falou Diego de forma conclusiva.
     - Não é isso Diego, você é um dos melhores professores que temos aqui e me importo com você, eu quero poder te proteger - falou Miranda em tom de Súplica. - Estão achando que você está envolvido nisso. O ministro foi assassinado o mundo está entrando num caos, você viu na hora que adentrou o castelo a bagunça que está e não sei o que fazer. - falou a diretora em tom de desespero.
     - Faça como eu disser que vai dar certo, os pais que vieram pegar seus filhos deixem eles leva-los, entao mande uma carta a cada família avisando que o castelo é o lugar mais seguro e que a segurança esta triplicada, e peça ao Ministério aurores para ficarem de vigia. Vai dar tudo certo Miranda - falou diego a acalmando.
     - Obrigado Diego você está sendo muito importante pra mim. Mas vamos voltar precisam da gente la. - disse ela e os dois saíram pela porta.

     Frederic e os alunos passavam por um corredor, com archotes e estátuas de javalis alados, que pareciam que podiam se mexer a qualquer momento.
     - Bem... Bernardo, Lucy, Macio, Phabullo e Ronie estão dispensados vão para seus salões comunais. Já vocês - disse ele com cara de nojo  - entrem
     - Não vou entrar, que sala é essa? - desafiou-o Tommy. Tommy era um garoto de pele clara cabelos loiros prateados e olhos pratas transparentes com tons de verde , estatura média até alta para sua idade.
     - Está me desafiando, moleque? - irritou-se o professor.
     - Tommy vamos se não podemos nos enrascar mais - disse Vania uma garota alta para sua idade, tem pele clara e cabelos na sua maioria do tempo louros. Seus olhos são verdes escuros como uma esmeralda.
     - O Tommy ta certo não podemos entrar, ele liberou os outros, porque só nós vamos ter que ser repreendidos? perguntou Onix pele muito muito clara, olhos grandes e verdes folha, cabelo preto, comprido meio cacheado, mas não muito, 1,50 de altura, corpo praticamente formado e magra.
     Magnus um garoto alto, um corpo normal para a idade dele, o cabelo era em tom castanho, e os olhos claros, observava tudo calado.
     - VOCÊS ESTÃO ME IRRITANDO, JÁ ME CANSEI DE VOCÊS. - gritou o professor, e puxou a varinha das vestes.
     Todos ficaram com receio, até que Tommy tomou a frente.
     - ATACA ANDA FAZ ALGUMA COISA, ASSIM VOCÊ VAI LOGO PRA AZKABAN - Tommy gritara também
     Enquanto isso Iago olhava pra todos os lados a procura de ajuda, mas nada encontrava
     - AGORA SIM SEUS DIAS AQUI EM HOGWARTS ACABARAM - Gritava o professor enquanto segurava o pescoço do Tommy entre sua mão apertando com força.
     Tommy nao tinha muito por onde reagir já que estava encostado à parede atrás dele.
     Vania tentou correr para cima do professor, mas Magnus segurou o braço dela e fez um sutil gesto que não - eu tenho um plano - cochicou ele.
     Onix correu rapidamente, sem dar chance do Iago evitar que ele fosse pra cima dos dois, e acabou sendo atingida por um feitiço e caíra no chão a 2 metros deles.
     - AAAAAHHHH O SENHOR É PROFESSOR NÃO PODE FAZER ISSO PELO AMOR DE MERLIM. - gritava Vania desesperada
     Tommy tentava se desvencilhar mas de nada a diantava, o professor parecia decidido, e tinha algo estranho em seus olhos era como se estivesse um pouco fora de foco.
     Magnus puxou a varinha e novamente cochichou - agora o feitiço das cobras.
     Mas por que isso? perguntou Iago
     Você vai ver - Vania falou abrindo um sorriso.
     Então como num coro os quatro, Magnus, Vania, Iago, que estava ajudando a Onix no chão e a propria Onix, puxaram a varinha e balbuciaram - SERPENSORTIA!!! Então uma cobra saiu de cada varinha e se postaram no solo.
     - O que? = exclamou o professor.
     - Tommy é com voce - gritara Magnus.
     Então Tommy começou a pronunciar, uma linguagem estranha para as outras pessoas.
     - Ataquem ele, ele nos odeia, me odeia odeia vocês, ATAQUEM.
     - O QUE? COMO É POSSÍVEL? - gritara o professor.
     As cobras partiram rapidamente para atacar o professor que se viu obrigado a soltar Tommy, para não ser mordido por as cobras . Ao solta-lo ele puxou a varinha e jorros de luz saía em direção das serpentes, entao algo encostou em seu pescoço.
     - Acabou pra você - disse Tommy para o professor - Podem ir disse ele para as cobras. Que saíram do local.
     - O que vai fazer me atacar? é apenas uma criança, - disse o professor
     - Mas ele nao está sozinho- bradou Iago que apontou a varinha para ele, agora solte a varinha.
     Vendo que estava encurralado Frederic soltara a varinha, que caíra no chão num baque seco, e acabou soltando um jorro de luz q atingira a parede do outro lado do corredor, e acabara abrindo uma pequena fresta, como se ali houvesse uma passagem .
     - Vamos denuncia-lo para a Diretora - disse Vania .
     - Não será necessário - falou Diego que vinha caminhando rapidamente. Podem deixa-lo comigo, Temos uma reunião Frederic, eu voce e a diretora, e voces voltem pra sua sala comunal que irei conversar com vocês depois -  disse Diego.
     Frederic apanhou a varinha, então saíram os dois, com Frederic fazendo cara de quem comeu e não gostou.
     - Que professor mais doido eu heim . Bem... vamos la gente, só o Magnus toma outro caminho, ja que vai pra Corvinal- disse Vania. E foi andando junto com a Onix
     - Vai ficar aí parado Tommy? - perguntou Iago.
     - Vão na frente eu ja vou, tenho que passar no banheiro antes - falou Tommy.
     - O medo foi tao grande assim? - perguntou Iago.
     - Quer experimentar meu medo Iago? - falou Tommy o desafiando.
     - Deixa ele Iago vamos logo - disse Magnus e então saíram andando
     Tommy nao queria que eles vissem o que ele iria verificar já que nenhum havia percebido que a parede havia saido do lugar no local em que fora atingida.
     Ao chegar perto Tommy não conseguiu identificar o que era aquilo, empurrou seguidas vezes a parede mas nada.
     - Mas que droga é essa? eu tinha certeza que vi algo aqui, não estou ficando louco.
     Novamente ele forçou, mas de nada adiantava. Foi quando ele viu era minúscula, quase imperceptível, mas havia ali em um local perto de onde ele estava olhando, um desenho de uma serpente. Ele epassou a mão em cima mas nada aconteceu. Entao ele apertou mas o local em que ele apertou afundou mas nada aconteceu.
     = Que droga isso ta estranho - disse ele. Foi quando passou por sua cabeça uma ideia, ja que podia falar com as serpentes, na lingua das cobras ele ordenou - Abra - e ao mesmo tempo empurrou  o local da minuscula seprente encravada na parede com o dedo. Um grande feixe de luz verde e prata tomou conta do local e um buraco na parede se abriu, revelando um pesado e muito velho livro, que o Tommy o tomou em suas mãos.
     Era pesado, grosso, velho, com cheiro de mato e muito estranho.
     Bom, vou ver o que tem aqui, e entrou na sala que estava a sua frente, trancou a porta e se sentou numa cadeira.
     Tommy aproximou-se mais seu rosto a ele . Sentiu um arrepio na espinha ao vê-lo mais de perto. Sua capa era de couro, nela havia uma figura em relevo de uma árvore enorme, ao lado dela dois pássaros grandes voavam em zigue-zague em volta dela, em baixo, uma procisão de pessoas com capas pretas segurando lampiões marchavam na direção dela e uma grande cobra enrolada no tronco. não sabia por que, mas teve a impressão de que aquilo não eram pessoas. Realmente aquele livro tinha um ar muito mais do que sombrio, até mais que o livro Presságios de Morte.
     - Muito estranho Aquelas pessoas...por que estão indo em direção daquela árvore?
     Ele foi abrir o livro, mas hesitou. Ainda lembrava-se do que  havia sido dito anos atrás sobre o perigo de se abrir livros: em um dos casos,
tinham falado que uma bruxa não conseguira parar de ler o livro depois de abri-lo. E o livro não vinha de fonte segura....aliás, nem o nome tinha, mas nao se importava....

     Mas foi culpa sua..” disse uma voz em meu cérebro.
     Foi...só minha...? - pensou Tommy.
     Ah que coisa preciso terminar a  redação sobre bezoar. vou descer e procurar algum pergaminho para escrever- pensou Tommy. Ele Já estava na porta quando ouviu uma voz, parecida com um sussurro. mas não viu absolutamente nada.
     Acho que estou ficando louco - disse ele em voz baixa.
     Tornou a virar-se para a porta mas o barulho se repetiu. seus olhos percorreram a sala inteira e se deteram em um objeto: o livro. Ao olhá-lo diretamente a voz pareceu sussurrar praticamente em seu ouvido.
     Vou abrir logo - disse ele.
     Não devia ser tão perigoso assim abrir um livro daqueles e pensando bem não teria muito a perder. Sentou-se numa poltrona que ali havia e pegou o livro. Arregalou os olhos quando viu a capa. Os vultos de capa preta haviam sumido, sobrava somente aquela árvore gigantesca e as duas aves que ainda voavam em zigue-zague com uma serpente enrolada na árvore.
     - Abra, mate sua curiosidade disse uma voz
     Tommy abriu o livro sem hesitar. Suas folhas pareciam como as de pergaminhos desgastados: amarelas e um pouco grossas. A primeira folha estava em branco. Foi quando ele  folheou o livro e viu que as outras também estavam.
     Deve ser alguma espécie de diário... - pensou ele.
     Ja sei tive uma idéia. Se realmente é o que estou pensando é só escrever no livro que a tinta será absorvida e ele responderá de volta. Então pegou o tinteiro o tinteiro e pena. Molhou a pena no tinteiro e escreveu no livro:
     - Olá, sou Tommy
     A tinta foi absorvida magicamente. Não deu outra, a tinta voltou e tomou algumas formas. Palavras na mesma cor da tinta que usara e dotadas de uma estranha luminosidade surgiram:
     - Bem vindo ao passado Tommy.
     Eele franziu a testa e ficou parado sem saber o que escrever. Era realmente muito estranho aquilo tudo.
     - O que você guarda?
     As palavras voltaram a sumir.  sentiu-se alguma coisa esquisita, como se alguém estivesse na sala vigiando. As palavras voltaram, mas de forma esquisita:
    
     Por trás da luz há sempre a escuridão,
     Por trás da paz há sempre a guerra,
     O passado não foi belo,
     E o que era belo durou pouco,
     Uma história tenebrosa portanto se desfecha,
     Aos olhos de quem puder vê-lo..
    
     Tommy ouviu uma risada na mente, mas nao sabia exatamente o que significava. As palavras sumiram rapidamente. No topo outras apareceram: Capítulo Um.
     Ele ficou mais confuso ainda, já nem pensava mais em fechar o diário ou ser cauteloso, a curiosidade ardia mais forte no peito. De repente as páginas começaram a brilhar em um prateado. sentiu-se como se o diário estivesse o puxando para dentro dele. Realmente, já podia sentir a parte da cabeça dentro do diário. De repente, a imagem da sala apagou e  entrou em um outro mundo, um mundo de lembranças...
     Quase ao mesmo tempo  ele se viu  em um salão enorme. Paredes de pedras, dezenas de mesas alinhadas e decoradas com velas em formato de leões, corvos, texugos e cobras e um teto extremamente esquisito, pois ele se parecia com céu à noite. Um salão que impunha respeito e parecia irradiar magia por todos seus poros.  não demorou muito para reconhecê-lo: era o salão principal de Hogwarts, onde sempre faziam suas refeições e onde eram selecionados os alunos que iriam começar a cursar Hogwarts.
     Quatro bruxos se encontravam de pé no fundo do salão conversando em alta voz e parecendo no mínimo muito alegres, lá onde geralmente se sentavam os professores.  Tommy correu até eles.
     - Mal posso esperar até amanhã Slytherin, estou super ansioso! – disse um dos bruxos.
     Era um bruxo de aparência altiva. Seus cabelos arrepiados eram de um ruivo em fogo. O rosto era largo e decidido e mesclava-se entre características próprias de bruxos e de trouxas. O nariz era adunco e largo; os olhos, avermelhados, eram protegidos pelas grossas sobrancelhas da mesma cor que os olhos, combinando com o cabelo. Não haviam rugas ou qualquer amassado em seu rosto, apenas a jovialidade de um bruxo sonhador e corajoso.
     - Realmente Godric, a inauguração será estupenda! – disse o outro bruxo.
     Esse por sua vez, era de estatura média e longas madeixas louro-prateadas. O rosto fino, lábios serrados, sobrancelhas finas e olhos de um prata transparente com um leve tom em verde eram a características dos Slytherin, jamais em muitas gerações perderam estas características.
     O orgulho era seu maior ápice, indubitavelmente; principalmente quando era sobre sua ancestralidade, ele exaltava sua pureza de sangue. Sua face era lisa e isenta de qualquer vestígio de barba ou coisa do gênero, características inerentes a sua família de sangue-puro, elas o acompanharam por toda vida. Sua presença denotava sagacidade.
     - Sem bagunça vocês dois, não vão querer pregar outra peça nos Howards que nem da última vez, senão eu juro que azaro vocês – disse uma das bruxas.
     Era uma bruxa muito bela, senão a mais dentre todas. Seus compridos cabelos negros desciam de forma harmoniosa e coreografada, onde mechas se entrecruzavam em alguns pontos. Seus grandes olhos negros estavam sempre emoldurados por algo negro que lhe realçava a beleza.
     O colo, já amadurecido, era discretamente espalhafatoso e chamava a atenção de qualquer um que o visse. Seu sangue possuía também a nobreza, era sangue-puro. Sua face inspirava inteligência.Rowena Ravenclaw.
     - Pronto, os enfeites estão todos preparados, falta os feitiços – disse a ultima delas.
     Helga Hufflepuff era uma bruxa de simpatia exímia. Ela possuía uma profusão de cachos dourados que lhe caíam sobre os olhos amarelos brilhantes; estes eram pequenos e sorridentes, sempre dispostos a oferecer ajuda ou consolo. Os lábios eram rosados e seu sorriso mostrava dentes pequenos e alinhados. Apesar de parecer delicada, Helga parecia ter uma postura que inspirava força e justiça.
     Salazar e eu já fizemos isso, ninguém vai conseguir aparatar em nossa escola – disse Godric.
     - E os quadros? - perguntou Slytherin.
     - Já os coloquei também – disse Rowena.
     Helga soltou um suspiro de alívio e ao mesmo tempo de vitória. Finalmente acabamos tudo
     Aquilo tudo tinha dado uma trabalheira enorme, só nos detalhes finais como enfeites, suprimento e feitiço anti-aparatação que não estava totalmente fixo levaram mais de um mês para serem concluídos.
     - Então acabamos não é mesmo? Agora vou fazer alguma coisa pra comermos, não como desde manhã– disse Helga se dirigindo a uma porta a direita que dava para a cozinha.
     Helga virou-se e foi em direção à uma porta que ficava na extrema direita daquele salão. Tommy foi a seguindo. Entraram em um corredor e depois viraram em uma abertura na parede que dava para cozinha. Chegando lá ele pôde ver que os elfos não estavam ali como de costume.  parou e começou a juntar os fatos, enquanto Helga tirava algumas coisas do armário e ia colocando em cima da mesa.  
     Com certeza são os fundadores de Hogwarts. E Slytherin chamou sua atenção pois parecia ser o mais poderoso deles
     E também tinham falado em inauguração no dia seguinte, certamente amanhã seria o dia da inauguração e segundo seus cálculos aquelas lembranças deviam estar se passando à mil anos atrás. ficou observando Helga preparar a comida. Mas esta parou repentinamente e ficou olhando em um ponto vago daquela sala em uma espécie de transe hipnótico com o olhar triste, sem brilho e vidrados, lembrando-lhe alguém que já conhecia.
     Logo em seguida Rowena entrou na sala assobiando, mas parou ao ver Helga daquele jeito e correu até ela.
     - Helga, você está bem? – disse Rowena tocando ela de leve nos ombros para ver se saía daquele transe.
     Helga pareceu acordar com um tremelico quase imperceptível. Foi virando a cabeça vagarosamente para o lado até encontrar o rosto de Rowena murmurando algumas palavras inaudíveis.E lembrou quem ela se assemelhava: Magnus, era exatamente o mesmo gesto que Magnus fazia quando tinha aquelas visoes. Rowena segurou o ombro de Helga com um pouco de mais força:
     - Helga? – disse ela .
     Helga pareceu acordar de vez daquele torpor.
     - Você está passando bem Helga? – perguntou Rowena..
     - Desculpe Rowena, ultimamente ando tendo alguns sonhos...
     - Mas que sonhos? – perguntou Rowena preocupada.
     - Não sei. Parece predições...
     - Mas quem você vê neles e o que você vê?
     - Só vejo tristeza e os rosto são todos nublados. – disse Helga vagamente.
     - Mas lembra alguém que conhece?
     - Lembra.....- disse vagamente- lembra pessoas de quem eu gosto.....
     - Por acaso está falando de mim? – perguntou ela.
     Helga hesitou em responder. Ela se via e via seus três maiores amigos em seus sonhos. Mas verdadeiramente não eram sonhos e sim pesadelos, eram horríveis. Ela respirou fundo e disse:
     - Sonho com os quatro grandes bruxos....e sobre eles....um futuro...não muito agradável..
     Uma lágrima caiu de seus olhos amarelos. Rowena pareceu ficar um pouco apreensiva, pois Helga era a maior vidente da história.
     - Ora essa minha querida, nossa união é muito forte que dá inveja até em Deus – disse Rowena – E muito bem sabe que não se pode acreditar nos sonhos, muito menos em profecias, você sabe!
     Helga enxugou os olhos com os dedos e se apressou em terminar o assunto:
     - Bem, melhor esquecermos isso não é mesmo? Me ajuda a terminar isso aqui- Helga dizia mas foi interrompida por um barulho de borbulho vindo da barriga de Rowena      – É pelo jeito não sou só eu que está fome.
     Não passou muito tempo e as duas já pareciam estar felizes novamente conversando sobre alguns projetos e novidades do mundo bruxo. eu sentia que iria acontecer alguma coisa ali, mas não fazia idéia do que era. Aquilo tudo estava estranho demais.
     Tommy saiu da cozinha e voltou para o salão. Godric e Salazar pareciam conversar sobre um lote de vassouras que viria da Índia. Por isso ele voltou para a cozinha.
     As duas bruxas ainda cozinhavam alegres e cantando. Helga virou-se e, sem que eu esperasse, andou na sua direção. Ele não teve tempo de desviar Iam se chocar! mas Helga simplesmente o atravessou.
     Mas a sensação de um perigo iminente estava ficando mais forte. Um pânico anormal tomou conta dele. Desejava saber o que era, tinha que saber! De repente, a visão apagou e  sentiu como se fosse empurrado para fora. Sentiu um baque  na cabeça. A imagem da sala voltou. Tommy olhou rapidamente para o livro. Palavras brilhantes e prateadas sumiam rapidamente e a única coisa que conseguiu ler foi a seguinte frase:
     ...e levaram apressadas a comida até o salão, pois o ritual começaria algumas horas depois...

     Outras palavras em seguida apareceram:

     Lestes uma página,
     Mas outras estarão por vir,
     Se um Slytherin fores,
     E a capacidade lhe permitir..

     Ele achou tudo aquilo muito estranho e estava extremamente confuso. Nunca ouvira nada sobre Godric, Salazar, Helga e Rowena, apenas que eram os fundadores de Hogwarts e excelentes bruxos, nada mais que isso. As páginas do diário brilharam intensamente. a sala começou a tremer. Objetos começaram a cair no chão com o tremor.  De repente jatos de luzes começaram a sair daquela página do diário aleatoriamente e acertar as paredes, janela, livros e outras coisas de trouxa que estavam ali ocupando espaço.
     Tommy segurava fortemente o livro, que ao mesmo tempo em que expelia aqueles jatos luminosos vibrava violentamente.Estava totalmente fascinado com tudo aquilo, pensando, -entao esse é o poder de slytherin? serei o bruxo mais forte e todos vao me idolatrar e me temer.
     Depois de todos os objetos de trouxas destruídos, soltara o livro sobre a mesa e o guardou na bolsa e saiu da sala com aquele velho e conhecido sorriso frio e sarcastico.

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Fanfic Capitulo 3

A enfermaria era pequena e um tanto escura, porque a única janela era estreita e ficava no alto da parede oposto à porta. A maior parte da iluminação vinha de bolhas de cristais agrupadas no meio do teto. As paredes eram forradas de painéis de carvalho. Só havia 1 paciente, O Sr Gaunt que ocupava uma cama mais ao fundo do recinto. Ao seu redor estavam Diego, Blaylock - Chefe dos Aurores - , Lucy - a enfermeira- , e por mais 3 aurores de cara macilenta.


- Como está senhor? perguntou Diego ao ver Gaunt acordar.

- Me sinto melhor. Respondeu Gaunt.

- O que eles estão fazendo aqui? Retrucou Gaunt.

- Querem interroga-lo, estamos... digamos, detidos. Falou Diego tranquilamente.

- Diego, onde está minha varinha? falou sr Gaunt

- Está com eles, tanto a sua quanto a minha. Respondeu Diego

- Senhor nao se esforçe. Se desesperava a a enfermeira.

- Ora eu estou bem naõ se preocupe, vamos acabar logo com isso não gosto da minha varinha nas maos de outra pessoa. Então o que querem saber? falou Gaunt com impaciência.

- Queremos saber o que aconteceu, exatamente. falou o Chefe do Departamento dos Aurores.

- Voldemort, foi o que aconteceu.

Todos ali se contraíram ao ouvir esse nome, exceto ele e Diego.

- Aquele-que-não-deve-ser-nomeado é um problema, mas o que estava fazendo ali ajudando-o?

- Se eu estivesse ajudando, não estaria aqui nessa cama tendo que ouvir essa ladainha. Gaunt falou com a voz um pouco mais alterada.

- Olhe aqui Gaunt, o Ministério está trabalhando no caso nós é que estamos no comando. Retrucou o Chefe dos Aurores, enquanto os outros observavam atentos.

- No comando? Olhe, pois de fora parece que não tem ninguem no comando. Falou gaunt em tom muito irônico.

- Olhe bem. Nós aqui é que realmente estamos lutando. Ele apereceu no Ministerio e onde vocês estavam para proteger seu querido Ministro? Se eu nao estivesse ali, agora voces estariam curvados a ele. Retorquiu Gaunt.

- Não vamos tolerar esse seu sarcasmo, continue e o enviamos para Azkaban. Gritou o Chefe dos Aurores.

- Isso não é necessario. Realmente entramos no Ministério escondidos, pois tinhamos informações que Voldemort planejava atacá-lo, e estavamos certos. Disse Diego mais calmamente.

- E porque não avisaram sobre o ataque? Disse um dos aurores de cara macilenta que acompanhava Blaylock.

- Haa, eis o problema, eu avisei mas pelo que parece o próprio Minsitério ja está sob influencia do Lord. Disse Diego.

- Então quem é que esta sob essa influencia? Perguntou Blaylock.

- Mas que perda de tempo, olhe aqui, se você não faz parte da solução, faz parte do problema, deixe de fazer parte do problema e me entregue a varinha e nos libere logo babaca. Explodiu o Sr. Gaunt.

- Olhe la como você fala, e me respondam quem os avisou? Disse um dos aurores.

- Não vou dizer a voces onde conseguimos a informação. Quando fomos ver o Ministro, ele estava sabendo que iriamos aparecer, mas pediu que entrassemos sem sermos vistos porque estava desconfiado de funcionários, e entramos para avisarmos do ocorrido mas ja era tarde. Disse Diego acalmando os ânimos como sempre.

- Muito bem por agora estão liberados, mas ainda vamos chama-los pra outras eventuais perguntas. Disse o Chefe dos Aurores. E saíram do quarto deixando as varinhas de Gaunt e Diego sobre a mesa.

- Vamos. Disse gaunt se levantando.

- O senhor não pode ir. pelo amor de Merlin, está machucado. Gritara a enfermeira.

- Eu sei cuidar de mim senhorita, mas se quiser pode cuidar de mim em minha casa. Falou Gaunt.

- Nao se preocupe ele é forte, sabe como se cuidar,mas muito obrigado. Disse Diego.

E saíram andando do quarto





Os dois desaparataram numa bela casa de aspecto antigo e rústico, e adentraram-na.

- Está saindo tudo como planejado heim senhor. Disse Diego se sentando num sofa.

- Isso mesmo Diego. Disse o Sr. Gaunt.

- Ja fiquei sabendo da morte do Ministro, e o nome de vocês estão nas notícias, o povo esta boquiaberto com sua coragem hahaha. Disse um homem rindo que acabara de aparecer saindo pela porta de um dos quartos.

- Ah Regulo, como se saiu?

- Foi tudo como o esperado senhor. Olá Diego. Regulo o cumprimentou. Diego acenou com a mão para ele.

- Mas que bagunça é essa ninguem pode nem descansar nessa casa? Falou uma mulher de boa aparencia, cabelos escuros lisos e ondulando do meio para as pontas, estatura média, e que no momento tinha uma cara de muito sono.

- Kitiara, agradeço a informação. Achei que você fosse nos mandar direto pra uma armadilha. É bem a sua cara mas voce acertou, nao me traiu. Falou Gaunt.

- Mas Gaunt, por que eu iria trair uma pessoa tão poderosa e sedutora como você? Disse ela se insinuando.

- Não muda nunca não é Kiti? Perguntou Gaunt.

- Bom o que posso fazer se você ainda vai ser meu, seu velho gagá? Bom vou dormir. E saiu para o quarto e trancou a porta.

- Por que o senhor confia tanto nela? Perguntou Regulo.

- Não confio Black, só não deixo nada ruim acontecer a ela por motivos somente meus. Respondeu rispidamentea, não gostava de que questionassem seus planos ou as pessoas que o rodeavam.

- Desculpe senhor nao quis me intrometer. Disse Régulo Black baixando a cabeça para ler novamente a notícia no jornal que tinha em mãos.

- Ah Diego, como vai os avanços na Escola? Perguntou o Gaunt

- Vai muito bem, até que outros alunos tem talento além de Tommy, Vania e Magnus. Tem também o Iago e a Amanda, essa que por sua vez, é filha do Onix comensal. Dizia Diego com a calma de sempre.

- Ora ora, filha do Onix, gostaria de ver a cara dele quando visse ela trabalhando comigo ou sendo ensinada por mim. Falava Gaunt em tom de superioridade, deliciando-se com novo fato.

- Diego, vá até a Escola e conte aos professores e para o Diretor o que de fato aconteceu, como salvamos o Ministério, para que eles saibam a nossa versão, já que confiam tanto em você. - Pediu Gaunt.

- Certo, ja estava indo pra la mesmo, deve estar um caos, até mais - Sua voz ja era meio eterea quando aparatou.

- Regulo, vá procurar mais alguma coisa sobre aquele assunto. Qualquer notícia, ate a menos relevante que seja, me informe. Agora vou ver o que Kitiara está fazendo em meu quarto, preciso de repouso pra curar esses ferimentos - Saia para o quarto onde Kitiara estava enquanto Regulo aparatava para cumprir suas ordens.

Fanfic Capitulo 2

Já eram quatro da tarde, quando dois homens um com uma capa escura que balançava de acordo com o vento e o outro com vestes cor de vinho que pareciam mais uma colcha de cama, andavam vagarosamente e conversando descontraídos naquele pequeno beco.


- Chegamos - disse o homem da capa preta, enquanto apontava para uma cabine telefônica vermelha em que faltavam vários vidros e que fora instalada em frente a uma parede toda grafitada.

- Será que ele está aí? - respondeu o outro homem.

- Tenho certeza que sim , preciso pegar o relatório para que ele veja - disse impaciente o homem que usava uma capa preta.

- Então vamos, tem muito trabalho a fazer.

O senhor de capa abriu a porta.

Os dois quase ficaram entalados mas acabou cabendo eles ali. Dentro havia um telefone que pendia torto da parede como se tivesse sido atacado por um vândalo.

O senhor de capa esticara a mão e então discou primeiro um 6 depois um 2, depois 4 e então outro 4 e mais um 2.

-Pronto eu acho que seja isso - falou o senhor de capa.

Logo após ouviu-se uma voz feminina dentro da cabine, uma voz alta e clara como se a mulher estivesse ali junto a eles.

- Bem vindos ao Ministério da Magia . Por favor, informem seus nomes e o objetivo da visita.

- Frederick Scrudge, Departamento de Execução das Leis da Magia. Estou acompanhando o Senhor Grunnion também do Departamento de Execução das Leis da Magia para uma reunião com o Ministro

-Obrigada - disse a voz. - Por favor prendam o crachá às vestes.

- Visitante ao Ministério, o senhor deve se submeter a uma revista e apresentar sua varinha para registro. A mesa de segurança se encontra ao fundo do átrio.

O piso da cabine estremeceu e eles começaram a descer lentamente.

- O Ministério da Magia deseja aos senhores uma boa tarde.

A porta da cabine se abriu e os dois saíram. Estavam parados em um saguão muito longo e suntuoso, com um assoalho de madeira escuro e bem polido. O teto azul era pintado com símbolos dourados que se moviam e se alternavam como um enorme quadro. As paredes de cada lado eram forradas de painéis de madeira escura e lustrosa e nelas muitas lareiras douradas, onde vários bruxos emergiam dela.

- Devíamos ter vindo de lareira - disse Scrudge.

- Não, não. Como visitante já basta - respondeu Grunnion.

Então os dois foram se dirigindo mais para o meio do saguão, onde havia uma fonte em que um grupo de estátuas de ouro estavam dispostas no centro de um espelho de água circular.

- Precisamos avisá-lo dos planos de Você-Sabe-Quem - disse Grunnion

- Claro senhor - respondeu o outro.

- Então vamos para a revista logo - disse o homem de vestes vinho

- E quem lhe falou que iríamos ser revistados... Scrudge - falou o senhor com um sorriso malicioso no rosto.

- Somos bem conhecidos aqui ninguém vai nos revistar.

Então saíram andando no meio da multidão.

- Alto la - gritou uma voz

Então alguns guardas chegaram ate os dois homens.

- Qual o problema guardas, nós trabalhamos aqui só que desta vez estamos de folga, só viemos nos reunir com o Ministro - disse Scrudge.

- Desculpe senhor, mas regras são regras as varinhas, por favor - falou o guarda.

- Eu entrego a minha varinha junto com a sua demissão guarda, então, o que preferes? minha varinha ou seu emprego, você sabe que o Ministro respeita muito minha palavra. disse fria e secamente o senhor Grunnion.

-Desculpe senhor, eu só estava fazendo meu trabalho - disse o guarda

-Está fazendo bem feito, volte para o seu posto e fique bem alerta hoje, o dia pode ser um pouco agitado.

-Como assim? - perguntara o guarda.

-Só faça seu trabalho, estou sem tempo para papear.

E os dois saíram andando, em meio ao olhar de vários outros visitantes que se empurravam na multidão.

E então entraram em um elevador.

- Boa tarde senhor Grunnion, Scrudge - disse um bruxo de estatura baixa e cabelo desajeitado.

- Boa - responderam os dois ao mesmo tempo

-Como vai a família? Perguntou outro homem, que o senhor Grunnion logo reconheceu como Tod Perkins um dos aurores

- Vai muito bem Tod - respondeu Grunnion

Então varias pessoas desceram do elevador de acordo com que os andares iam passando, deixando os dois sozinhos para descerem no ultimo andar.

- Vamos - disse Grunnion

E desceram do elevador e se dirigiram a uma porta que possuía um pequeno letreiro de Ministro da Magia.

Scrudge bateu na porta e então a abriu.

- Ola Senhor Ministro podemos entrar? - perguntou Scrudge

- É você Scrudge eu estou muito ocupado, muitos problemas. Respondeu o ministro.

- Mas seu eu fosse o Senhor escutaria o que tenho para falar Argus. Falou Grunnion com imponência.

-Ah você esta aí Grunion, entrem, bem esse é o Aglain ele vai chefiar os aurores, ele é o mais talentoso desde Olho-Tonto, se não for mais. Disse o ministro com excitação.

- Então vai precisar mesmo porque eu obtive informações que Voldemort pretende invadir o ministério, disse Grunnion com solidez.

- Não pronuncie este nome - disse o ministro estremecendo - Mas isso é grave e impossível. Os aurores estão todos aqui não será nada fácil. É bom que ele venha assim, o capturamos.

- E você acha que é difícil Argus? Só um idiota como você acharia isso HAHAHAHAHA

- O que é que VOCÊ ESTA DIZENDO - gritara o Ministro - Grunnion não permitirei que você venha ate aqui para me ofender, o seu cargo agora está vago porque você esta despedido - disse o ministro com a voz alterada.

-Scrudge leve-o daqui até a saída - gritou mais uma vez o ministro

-Acho que não vai ser possível - disse Scrudge como que estivesse encantado.

-Isso mesmo, não vai ser possível - falou uma outra voz, diferente de todas as que estavam ali, era uma voz fria.

Então Aglain puxara rapidamente a varinha e apontara para o ser que estava ali. Mas ele não era uma pessoa comum. Era um homem mais branco que um crânio, com olhos grandes e vermelhos, um nariz chato como o das cobras e fendas no lugar das narinas.

-Lorde Voldemort - balbuciou o ministro.

- Ora ora Argus, quanto tempo - falara voldemort

Entao um jorro de luz vermelha saiu da varinha de Aglain, mas Voldemort bloqueou com apenas um gesto com a varinha.

O ministro que estava tremendo imóvel agora tentara correr e fugir pela porta, mas fora impedido por Scrudge.

-Scrudge SEU SUJO EU SABIA QUE VOCE ERA UM DELES - gritara o ministro.

-Ele está sob meu domínio Argus, não vai adiantar você berrar, e a essa hora os meus amigos já estão cuidando da sua guarda lá embaixo - falou Voldemort em tom de desprezo.

Aglain levantara a varinha mais uma vez, mas antes que ele pudesse efetuar um feitiço, ouviu-se.

-Avada Kedavra. E um jorro de luz verde saiu da varinha de Grunnion e o atingiu em cheio que caíra no chão em um baque seco.

-HAHAHAHAHA - gargalhava Voldemort e era com esse inútil comandando os aurores que você pretendia me pegar - falava Voldemort a um ministro encurralado.

-Sabe Tom a magia é algo fascinante, mas as vezes deve se ter cuidado com elas e se certificar muito bem que ela nao se volte contra você mesmo - falou Grunnion.

- O que? Você esta resistindo a minha maldiçao?

- Não Tom, na verdade você nunca me encantou, apesar de achar. Como eu disse a magia é algo fascinante pois com apenas um gole de um liquido, posso me transformar em outra pessoa. Se prepare sua verdadeira batalha começa agora. falou Grunnion

Então como magia ele e o Scrudge começaram a se transformar, e se tornaram Gaunt e Diego.

- Achou que eu não sabia que você usou Imperius nos dois para preparar um ataque ao ministério? Perguntou o Gaunt.

- Não importa Vincent, seu túmulo vai ser aqui!!!!!!! Exclamara Voldemort

- Avada Kedavra!!!! e um jorro de luz verde saiu da varinha de Voldemort mas atingira uma estatua que havia criado vida logo apos um gesto com a varinha feito por gaunt.

- Necromanus - brandiu Gaunt. Mas dessa vez a magia resvalou em um escudo que Voldemort acabara de conjurar.

Então o lorde desapareceu e reapareceu nas costas do Gaunt, que também rapidamente desapareceu e reapareceu mais afastado e de frente ao lorde.

- Ainda em forma Vincent? Mas não é páreo para o Lorde das Trevas

- O mesmo para você Tom - disse o Gaunt

- Então vamos ver se o que você aprendeu com Grindewald vai servir agora. - Avada Kedavra!!

- Ignuus Fatus!!! brandiu o Gaunt

Então o jorro de luz verde acertara o Gaunt que caíra no chão morto

- Está me subestimando Vincent? Eu sei que foi apenas uma ilusão. Falou Voldemort.

Enquanto os dois lutavam, Diego imobilizara o Ministro, para que este não pudesse chamar ninguém, nem fugir.

- Boa visão Tom, me viu através da minha ilusão. Disse Gaunt saindo detrás da estatua

- Mate-o logo Diego, os aurores já devem estar vindo

- O que planeja Vincent? Não vai adiantar nada contra Lorde Voldemort

O lorde então em um estalo desapareceu

- Avada Kedavra! e um jorro de luz verde saiu da varinha de Diego e acertou o Ministro no Peito.

- Agora você já sabe o que fazer Diego. Falou Gaunt, quando já ouvia passos correndo.

- Rápido eles estão chegando.

Diego apontou a varinha para o Gaunt e balbuciou: Laminus!!

Então o Gaunt começou a sangrar nos pontos onde fora atingidos pelo feitiço e então se deitou no chão.

- RAPIDO, RAPIDO AJUDEM AQUI SOCORRO - gritava o diego enquanto abria a porta e corria ao encontro dos funcionários e aurores que iam de encontro à sala do Ministro.

- Que aconteceu? Hei você não é professor de Hogwarts? O que ta fazendo aqui? Perguntou um auror.

- EU VIM AVISAR AO MINISTRO QUE OUVI RUMORES QUE VOLDEMORT ÍA ATACAR O MINISTÉRIO. MAS QUANDO CHEGUEI COM O SR GAUNT O VOLDEMORT JA ESTAVA AÍ ENTAO ELE MATOU O MINISTRO E O AUROR AGLAIN E FERIU O SR GAUNT. Falava o Diego em tom desesperado.

Então todos correram para a sala e viram a cena, do Aglain e o ministro mortos e Gaunt no chão com o sangue se espalhando pelo assoalho ao seu redor. Pegaram o Gaunt e saíram com dificuldade, pois agora ja se aglomerava muita gente no local e o levaram para o St Mungus.

Fanfic Capitulo 1

Caía a noite, e com ela uma chuva torrencial. A casa ficava em um morro com vista para um povoado, algumas janelas quebradas, telhas faltando e o mato crescendo sobre a varanda. A velha casa amedrontava os moradores mais próximos, que não ousavam aproximar-se dela.


Em meio a pequena estrada de acesso, deserta e inundada pelo volume da chuva, uma pessoa se movimentava em direção à casa com passos decididos.

- Alguém se aproxima Milorde, avisou uma voz trêmula.

- Então ele já veio. Eu sabia que não demoraria, prepare a isca, respondeu a segunda voz.

Logo após, a mesma voz começava balbuciar algo irreconhecível, e uma cobra rapidamente apareceu saindo de um cômodo ao lado.

- Convide-o a entrar Naghini - disse a voz fria.

- Tudo pronto Milorde - disse o homem com a voz trêmula.

- Fez exatamente como ordenei? perguntou a voz fria.

- Fiz Milorde

- Espero, pois já cansei-me de sua incompetência Ônix - disse o ser com uma voz fria.

Então o outro homem se afastou um pouco sem ousar olhar nos olhos do seu lorde.

- Não tolerarei mais erros

- Senhor não haverá, eu prometo - respondeu o homem com a voz mais trêmula do que nunca

- Ótimo - respondeu mais uma vez a voz fria. - Se retire vá para seu posto, idiota.

- Sim Milorde - falou com a cabeça baixa sem ousar olhar para o outro.

No portão a grande cobra parara impedindo a entrada do visitante indesejado.

- Eu tinha certeza que já sabiam da minha presença, mas já vim preparado - disse o homem com uma voz fria.

- Pandora ataque - gritou o homem.

E então uma outra grande cobra apareceu por entre os arbustos e avançou em direção a outra serpente que se enroscaram travando uma briga mortal.

- Vou acabar com isso hoje - gritou o homem, que avançou para a porta puxando das vestes uma varinha e apontou para a porta - BOMBARDA!!! - e a porta fora arrancada da parede.

Então o homem avançou casa adentro, enquanto lá fora o barulho era abafado pelos raios e trovões que atingiam a região durante esta tempestade.

Ao caminhar pela sala, o homem encharcado pela chuva viu gotas de sangue por todo o chão. Ouviu tinidos de garrafas que alguém soltara no assoalho, e logo depois um ruído de uma cadeira pesada sendo arrastada.

Não pensou duas vezes ao ver uma escadaria que dava para o segundo andar da casa e apressou-se em subi-las, olhando atentamente para todos os lados com a varinha em punhos.

- Algo errado - pensou ele.

- Vamos lá Tom, solte teus lacaios em cima de mim - gritou o homem.

Ao terminar os degraus da escadaria ele se deparou com um corredor onde havia varias portas e uma propositalmente aberta.

- Essa é velha Tom. Se quer me pegar numa emboscada precisa melhorar - gritara o homem mais uma vez.

- Milorde não precisa de emboscadas para capturar vermes - Ônix falou enquanto saía por uma das portas detrás do homem .

- Pela voz já sei até de quem se trata, achei que depois de tudo que você falhou já estivesse morto Ônix - respondeu o homem ironicamente - Pelo jeito o Tom precisa rever o pessoal - falou em deboche.

- Você vai pagar pelo que fez Grigiel - disse Ônix em tom de raiva. Apontando a varinha para quem ele acabara de chamar de Grigiel, balbuciou - Avada... - mas antes que ele pudesse terminar ouviu-se outra palavra.

- Malleficium!!! - E uma fina luz azulada saiu da varinha atingindo o Comensal que se debateu como se tivesse levado um choque e caiu no chão.

- Vamos ver se alguns volts fazem você calar essa sua boca suja, panaca - falou Grigiel em tom de superioridade.

Então deixando Ônix ao chão ele correu até a porta que estava entreaberta, e entrou sem cerimônias. Estava tudo mal iluminado a não ser por algumas velas que circundavam algo que parecia ser uma pessoa.

- Então, já derrubou o inútil do Ônix, grande coisa Vincent - falou o homem com a voz fria. Porém ele não era uma pessoa comum. Era um homem mais branco que um crânio, com olhos grandes e vermelhos, um nariz chato como o das cobras e fendas no lugar das narinas.

- Grigiel pra você Tom - respondeu Vincent

- Milorde para você Vincent - respondeu Tom - não espero que você possa entender que deve se curvar a mim e implorar para viver, por isso quero lhe mostrar isso, ele levantou a mão com finos e grandes dedos, onde segurava uma varinha e muitas outras velas se acenderam.

O homem então pôde ver que se tratava de uma mulher que estava ali, desacordada.

- Bela? Gritara o homem.

- Bela !!!!!

- HAHAHAHAHAHAHA - Tom gargalhava sinistramente.

Não podendo se conter, furiosamente ele correu até ela gritando seu nome.

Mas quando ele a tocou algo estranho acontecera, os olhos dela e a sua boca aberta começara a emitir uma luz muito brilhante. Então seu corpo começa a flutuar, a luz se intensifica de uma forma que toda a sala agora estava iluminada, e da mesma forma que começou a luz acabava de cessar e seu corpo transformara-se em sangue que caia do alto em cima dele.

- Nãããããããooooo !!! Gritava o Vincent Gaunt.

- HAHAHAHAHA

- AAAAAAAAAAAHHHHHHHHH - Gaunt acordara assustado e ofegante.

- Que aconteceu Senhor? Estava gritando - perguntou um homem que acabara de entrar no quarto.

- Nada Diego, não foi nada. Respondeu ele - Você já se certificou de tudo? Lembre-se que temos uma missão hoje.

- Claro Senhor tudo certo, podemos partir assim que estiver pronto - respondeu Diego.

- Ótimo então iremos imediatamente.

Gaunt trocara de roupa se juntara a Diego e então aparataram.