Diego entrara no castelo decidido, passara pelos portões ladeados por estátuas. Os relâmpagos riscavam o céu constatemente e a chuva caía torrencialmente.
Dentro ele deparou-se com vários professores e funcionários, com expressões aterrorizadas nas suas faces, alguns pais que ali estavam para buscar seus filhos e dentre eles alguns membros do Ministério, que vieram dar a versão deles do ocorrido. O burburinho era cada vez maior. Ao ver a situação Diego ajeitou o óculos no rosto, empurrando o centro dele com a ponta do dedo indicador enquanto avistava a diretora Miranda Bagshot.
Ele se mexeu com tanta rapidez que parecia ter desaparatado, num momento estava ali e no momento seguinte se espremera entre o aglomerado de pessoas que tentavam obter dele alguma declaraçao sobre o incidente no Ministério, já que naquele momento os membros que la trabalham ja haviam falado da presença dele no local no momento em que Voldemort invadira o recinto.
- Miranda preciso falar com você - exclamou Diego ao conseguir chegar perto da diretora
- Claro Diego, meu escritório - disse ela
Ao entrarem no escritório de Miranda, Diego avistou algumas caras conhecidas, que ele logo reconheceu, pois eram seus alunos, Tommy, Vania, Magnus, Macio, Pabhullo, Onix, Iago, Bernardo, Lucy e Ronie , além do Professor Frederic Stone. Que o Diego conhecia bem pois não gostava dele.
Diego novamente ajeitou a posição do óculos com a ponta do dedo indicador. - Então o que vocês fizeram agora.
- Nada - respondeu Tommy
- Nada? Então vai me dizer q um duelo, ou melhor uma batalha com você Tommy,Vania, Magnus, Iago e Onix contra Macio, Pabhullo, Lucy, Bernardo e Ronie não é nada?
- Fred cuide deles que tenho assuntos com o Diego - Disse Miranda.
- Claro, vamos todos pra minha sala - disse ele autoritariamente.
Diego ficou olhando o professor Frederic sair com os alunos, com uma cara nada satisfeita.
- Então é verdade você estava la no momento que tudo aconteceu ? perguntou Miranda.
- Sim estava - disse Diego, novamente ajeitando os óculos no rosto.
- Como aconteceu, e por que estava la? -interrogava Miranda.
- Miranda eu sei que aqueles membros do Ministério vieram pedir que você me perguntasse achando que eu daria outras respostas pra você, mas o que aconteceu é o q o Ministério ja sabe. falou Diego de forma conclusiva.
- Não é isso Diego, você é um dos melhores professores que temos aqui e me importo com você, eu quero poder te proteger - falou Miranda em tom de Súplica. - Estão achando que você está envolvido nisso. O ministro foi assassinado o mundo está entrando num caos, você viu na hora que adentrou o castelo a bagunça que está e não sei o que fazer. - falou a diretora em tom de desespero.
- Faça como eu disser que vai dar certo, os pais que vieram pegar seus filhos deixem eles leva-los, entao mande uma carta a cada família avisando que o castelo é o lugar mais seguro e que a segurança esta triplicada, e peça ao Ministério aurores para ficarem de vigia. Vai dar tudo certo Miranda - falou diego a acalmando.
- Obrigado Diego você está sendo muito importante pra mim. Mas vamos voltar precisam da gente la. - disse ela e os dois saíram pela porta.
Frederic e os alunos passavam por um corredor, com archotes e estátuas de javalis alados, que pareciam que podiam se mexer a qualquer momento.
- Bem... Bernardo, Lucy, Macio, Phabullo e Ronie estão dispensados vão para seus salões comunais. Já vocês - disse ele com cara de nojo - entrem
- Não vou entrar, que sala é essa? - desafiou-o Tommy. Tommy era um garoto de pele clara cabelos loiros prateados e olhos pratas transparentes com tons de verde , estatura média até alta para sua idade.
- Está me desafiando, moleque? - irritou-se o professor.
- Tommy vamos se não podemos nos enrascar mais - disse Vania uma garota alta para sua idade, tem pele clara e cabelos na sua maioria do tempo louros. Seus olhos são verdes escuros como uma esmeralda.
- O Tommy ta certo não podemos entrar, ele liberou os outros, porque só nós vamos ter que ser repreendidos? perguntou Onix pele muito muito clara, olhos grandes e verdes folha, cabelo preto, comprido meio cacheado, mas não muito, 1,50 de altura, corpo praticamente formado e magra.
Magnus um garoto alto, um corpo normal para a idade dele, o cabelo era em tom castanho, e os olhos claros, observava tudo calado.
- VOCÊS ESTÃO ME IRRITANDO, JÁ ME CANSEI DE VOCÊS. - gritou o professor, e puxou a varinha das vestes.
Todos ficaram com receio, até que Tommy tomou a frente.
- ATACA ANDA FAZ ALGUMA COISA, ASSIM VOCÊ VAI LOGO PRA AZKABAN - Tommy gritara também
Enquanto isso Iago olhava pra todos os lados a procura de ajuda, mas nada encontrava
- AGORA SIM SEUS DIAS AQUI EM HOGWARTS ACABARAM - Gritava o professor enquanto segurava o pescoço do Tommy entre sua mão apertando com força.
Tommy nao tinha muito por onde reagir já que estava encostado à parede atrás dele.
Vania tentou correr para cima do professor, mas Magnus segurou o braço dela e fez um sutil gesto que não - eu tenho um plano - cochicou ele.
Onix correu rapidamente, sem dar chance do Iago evitar que ele fosse pra cima dos dois, e acabou sendo atingida por um feitiço e caíra no chão a 2 metros deles.
- AAAAAHHHH O SENHOR É PROFESSOR NÃO PODE FAZER ISSO PELO AMOR DE MERLIM. - gritava Vania desesperada
Tommy tentava se desvencilhar mas de nada a diantava, o professor parecia decidido, e tinha algo estranho em seus olhos era como se estivesse um pouco fora de foco.
Magnus puxou a varinha e novamente cochichou - agora o feitiço das cobras.
Mas por que isso? perguntou Iago
Você vai ver - Vania falou abrindo um sorriso.
Então como num coro os quatro, Magnus, Vania, Iago, que estava ajudando a Onix no chão e a propria Onix, puxaram a varinha e balbuciaram - SERPENSORTIA!!! Então uma cobra saiu de cada varinha e se postaram no solo.
- O que? = exclamou o professor.
- Tommy é com voce - gritara Magnus.
Então Tommy começou a pronunciar, uma linguagem estranha para as outras pessoas.
- Ataquem ele, ele nos odeia, me odeia odeia vocês, ATAQUEM.
- O QUE? COMO É POSSÍVEL? - gritara o professor.
As cobras partiram rapidamente para atacar o professor que se viu obrigado a soltar Tommy, para não ser mordido por as cobras . Ao solta-lo ele puxou a varinha e jorros de luz saía em direção das serpentes, entao algo encostou em seu pescoço.
- Acabou pra você - disse Tommy para o professor - Podem ir disse ele para as cobras. Que saíram do local.
- O que vai fazer me atacar? é apenas uma criança, - disse o professor
- Mas ele nao está sozinho- bradou Iago que apontou a varinha para ele, agora solte a varinha.
Vendo que estava encurralado Frederic soltara a varinha, que caíra no chão num baque seco, e acabou soltando um jorro de luz q atingira a parede do outro lado do corredor, e acabara abrindo uma pequena fresta, como se ali houvesse uma passagem .
- Vamos denuncia-lo para a Diretora - disse Vania .
- Não será necessário - falou Diego que vinha caminhando rapidamente. Podem deixa-lo comigo, Temos uma reunião Frederic, eu voce e a diretora, e voces voltem pra sua sala comunal que irei conversar com vocês depois - disse Diego.
Frederic apanhou a varinha, então saíram os dois, com Frederic fazendo cara de quem comeu e não gostou.
- Que professor mais doido eu heim . Bem... vamos la gente, só o Magnus toma outro caminho, ja que vai pra Corvinal- disse Vania. E foi andando junto com a Onix
- Vai ficar aí parado Tommy? - perguntou Iago.
- Vão na frente eu ja vou, tenho que passar no banheiro antes - falou Tommy.
- O medo foi tao grande assim? - perguntou Iago.
- Quer experimentar meu medo Iago? - falou Tommy o desafiando.
- Deixa ele Iago vamos logo - disse Magnus e então saíram andando
Tommy nao queria que eles vissem o que ele iria verificar já que nenhum havia percebido que a parede havia saido do lugar no local em que fora atingida.
Ao chegar perto Tommy não conseguiu identificar o que era aquilo, empurrou seguidas vezes a parede mas nada.
- Mas que droga é essa? eu tinha certeza que vi algo aqui, não estou ficando louco.
Novamente ele forçou, mas de nada adiantava. Foi quando ele viu era minúscula, quase imperceptível, mas havia ali em um local perto de onde ele estava olhando, um desenho de uma serpente. Ele epassou a mão em cima mas nada aconteceu. Entao ele apertou mas o local em que ele apertou afundou mas nada aconteceu.
= Que droga isso ta estranho - disse ele. Foi quando passou por sua cabeça uma ideia, ja que podia falar com as serpentes, na lingua das cobras ele ordenou - Abra - e ao mesmo tempo empurrou o local da minuscula seprente encravada na parede com o dedo. Um grande feixe de luz verde e prata tomou conta do local e um buraco na parede se abriu, revelando um pesado e muito velho livro, que o Tommy o tomou em suas mãos.
Era pesado, grosso, velho, com cheiro de mato e muito estranho.
Bom, vou ver o que tem aqui, e entrou na sala que estava a sua frente, trancou a porta e se sentou numa cadeira.
Tommy aproximou-se mais seu rosto a ele . Sentiu um arrepio na espinha ao vê-lo mais de perto. Sua capa era de couro, nela havia uma figura em relevo de uma árvore enorme, ao lado dela dois pássaros grandes voavam em zigue-zague em volta dela, em baixo, uma procisão de pessoas com capas pretas segurando lampiões marchavam na direção dela e uma grande cobra enrolada no tronco. não sabia por que, mas teve a impressão de que aquilo não eram pessoas. Realmente aquele livro tinha um ar muito mais do que sombrio, até mais que o livro Presságios de Morte.
- Muito estranho Aquelas pessoas...por que estão indo em direção daquela árvore?
Ele foi abrir o livro, mas hesitou. Ainda lembrava-se do que havia sido dito anos atrás sobre o perigo de se abrir livros: em um dos casos,
tinham falado que uma bruxa não conseguira parar de ler o livro depois de abri-lo. E o livro não vinha de fonte segura....aliás, nem o nome tinha, mas nao se importava....
Mas foi culpa sua..” disse uma voz em meu cérebro.
Foi...só minha...? - pensou Tommy.
Ah que coisa preciso terminar a redação sobre bezoar. vou descer e procurar algum pergaminho para escrever- pensou Tommy. Ele Já estava na porta quando ouviu uma voz, parecida com um sussurro. mas não viu absolutamente nada.
Acho que estou ficando louco - disse ele em voz baixa.
Tornou a virar-se para a porta mas o barulho se repetiu. seus olhos percorreram a sala inteira e se deteram em um objeto: o livro. Ao olhá-lo diretamente a voz pareceu sussurrar praticamente em seu ouvido.
Vou abrir logo - disse ele.
Não devia ser tão perigoso assim abrir um livro daqueles e pensando bem não teria muito a perder. Sentou-se numa poltrona que ali havia e pegou o livro. Arregalou os olhos quando viu a capa. Os vultos de capa preta haviam sumido, sobrava somente aquela árvore gigantesca e as duas aves que ainda voavam em zigue-zague com uma serpente enrolada na árvore.
- Abra, mate sua curiosidade disse uma voz
Tommy abriu o livro sem hesitar. Suas folhas pareciam como as de pergaminhos desgastados: amarelas e um pouco grossas. A primeira folha estava em branco. Foi quando ele folheou o livro e viu que as outras também estavam.
Deve ser alguma espécie de diário... - pensou ele.
Ja sei tive uma idéia. Se realmente é o que estou pensando é só escrever no livro que a tinta será absorvida e ele responderá de volta. Então pegou o tinteiro o tinteiro e pena. Molhou a pena no tinteiro e escreveu no livro:
- Olá, sou Tommy
A tinta foi absorvida magicamente. Não deu outra, a tinta voltou e tomou algumas formas. Palavras na mesma cor da tinta que usara e dotadas de uma estranha luminosidade surgiram:
- Bem vindo ao passado Tommy.
Eele franziu a testa e ficou parado sem saber o que escrever. Era realmente muito estranho aquilo tudo.
- O que você guarda?
As palavras voltaram a sumir. sentiu-se alguma coisa esquisita, como se alguém estivesse na sala vigiando. As palavras voltaram, mas de forma esquisita:
Por trás da luz há sempre a escuridão,
Por trás da paz há sempre a guerra,
O passado não foi belo,
E o que era belo durou pouco,
Uma história tenebrosa portanto se desfecha,
Aos olhos de quem puder vê-lo..
Tommy ouviu uma risada na mente, mas nao sabia exatamente o que significava. As palavras sumiram rapidamente. No topo outras apareceram: Capítulo Um.
Ele ficou mais confuso ainda, já nem pensava mais em fechar o diário ou ser cauteloso, a curiosidade ardia mais forte no peito. De repente as páginas começaram a brilhar em um prateado. sentiu-se como se o diário estivesse o puxando para dentro dele. Realmente, já podia sentir a parte da cabeça dentro do diário. De repente, a imagem da sala apagou e entrou em um outro mundo, um mundo de lembranças...
Quase ao mesmo tempo ele se viu em um salão enorme. Paredes de pedras, dezenas de mesas alinhadas e decoradas com velas em formato de leões, corvos, texugos e cobras e um teto extremamente esquisito, pois ele se parecia com céu à noite. Um salão que impunha respeito e parecia irradiar magia por todos seus poros. não demorou muito para reconhecê-lo: era o salão principal de Hogwarts, onde sempre faziam suas refeições e onde eram selecionados os alunos que iriam começar a cursar Hogwarts.
Quatro bruxos se encontravam de pé no fundo do salão conversando em alta voz e parecendo no mínimo muito alegres, lá onde geralmente se sentavam os professores. Tommy correu até eles.
- Mal posso esperar até amanhã Slytherin, estou super ansioso! – disse um dos bruxos.
Era um bruxo de aparência altiva. Seus cabelos arrepiados eram de um ruivo em fogo. O rosto era largo e decidido e mesclava-se entre características próprias de bruxos e de trouxas. O nariz era adunco e largo; os olhos, avermelhados, eram protegidos pelas grossas sobrancelhas da mesma cor que os olhos, combinando com o cabelo. Não haviam rugas ou qualquer amassado em seu rosto, apenas a jovialidade de um bruxo sonhador e corajoso.
- Realmente Godric, a inauguração será estupenda! – disse o outro bruxo.
Esse por sua vez, era de estatura média e longas madeixas louro-prateadas. O rosto fino, lábios serrados, sobrancelhas finas e olhos de um prata transparente com um leve tom em verde eram a características dos Slytherin, jamais em muitas gerações perderam estas características.
O orgulho era seu maior ápice, indubitavelmente; principalmente quando era sobre sua ancestralidade, ele exaltava sua pureza de sangue. Sua face era lisa e isenta de qualquer vestígio de barba ou coisa do gênero, características inerentes a sua família de sangue-puro, elas o acompanharam por toda vida. Sua presença denotava sagacidade.
- Sem bagunça vocês dois, não vão querer pregar outra peça nos Howards que nem da última vez, senão eu juro que azaro vocês – disse uma das bruxas.
Era uma bruxa muito bela, senão a mais dentre todas. Seus compridos cabelos negros desciam de forma harmoniosa e coreografada, onde mechas se entrecruzavam em alguns pontos. Seus grandes olhos negros estavam sempre emoldurados por algo negro que lhe realçava a beleza.
O colo, já amadurecido, era discretamente espalhafatoso e chamava a atenção de qualquer um que o visse. Seu sangue possuía também a nobreza, era sangue-puro. Sua face inspirava inteligência.Rowena Ravenclaw.
- Pronto, os enfeites estão todos preparados, falta os feitiços – disse a ultima delas.
Helga Hufflepuff era uma bruxa de simpatia exímia. Ela possuía uma profusão de cachos dourados que lhe caíam sobre os olhos amarelos brilhantes; estes eram pequenos e sorridentes, sempre dispostos a oferecer ajuda ou consolo. Os lábios eram rosados e seu sorriso mostrava dentes pequenos e alinhados. Apesar de parecer delicada, Helga parecia ter uma postura que inspirava força e justiça.
Salazar e eu já fizemos isso, ninguém vai conseguir aparatar em nossa escola – disse Godric.
- E os quadros? - perguntou Slytherin.
- Já os coloquei também – disse Rowena.
Helga soltou um suspiro de alívio e ao mesmo tempo de vitória. Finalmente acabamos tudo
Aquilo tudo tinha dado uma trabalheira enorme, só nos detalhes finais como enfeites, suprimento e feitiço anti-aparatação que não estava totalmente fixo levaram mais de um mês para serem concluídos.
- Então acabamos não é mesmo? Agora vou fazer alguma coisa pra comermos, não como desde manhã– disse Helga se dirigindo a uma porta a direita que dava para a cozinha.
Helga virou-se e foi em direção à uma porta que ficava na extrema direita daquele salão. Tommy foi a seguindo. Entraram em um corredor e depois viraram em uma abertura na parede que dava para cozinha. Chegando lá ele pôde ver que os elfos não estavam ali como de costume. parou e começou a juntar os fatos, enquanto Helga tirava algumas coisas do armário e ia colocando em cima da mesa.
Com certeza são os fundadores de Hogwarts. E Slytherin chamou sua atenção pois parecia ser o mais poderoso deles
E também tinham falado em inauguração no dia seguinte, certamente amanhã seria o dia da inauguração e segundo seus cálculos aquelas lembranças deviam estar se passando à mil anos atrás. ficou observando Helga preparar a comida. Mas esta parou repentinamente e ficou olhando em um ponto vago daquela sala em uma espécie de transe hipnótico com o olhar triste, sem brilho e vidrados, lembrando-lhe alguém que já conhecia.
Logo em seguida Rowena entrou na sala assobiando, mas parou ao ver Helga daquele jeito e correu até ela.
- Helga, você está bem? – disse Rowena tocando ela de leve nos ombros para ver se saía daquele transe.
Helga pareceu acordar com um tremelico quase imperceptível. Foi virando a cabeça vagarosamente para o lado até encontrar o rosto de Rowena murmurando algumas palavras inaudíveis.E lembrou quem ela se assemelhava: Magnus, era exatamente o mesmo gesto que Magnus fazia quando tinha aquelas visoes. Rowena segurou o ombro de Helga com um pouco de mais força:
- Helga? – disse ela .
Helga pareceu acordar de vez daquele torpor.
- Você está passando bem Helga? – perguntou Rowena..
- Desculpe Rowena, ultimamente ando tendo alguns sonhos...
- Mas que sonhos? – perguntou Rowena preocupada.
- Não sei. Parece predições...
- Mas quem você vê neles e o que você vê?
- Só vejo tristeza e os rosto são todos nublados. – disse Helga vagamente.
- Mas lembra alguém que conhece?
- Lembra.....- disse vagamente- lembra pessoas de quem eu gosto.....
- Por acaso está falando de mim? – perguntou ela.
Helga hesitou em responder. Ela se via e via seus três maiores amigos em seus sonhos. Mas verdadeiramente não eram sonhos e sim pesadelos, eram horríveis. Ela respirou fundo e disse:
- Sonho com os quatro grandes bruxos....e sobre eles....um futuro...não muito agradável..
Uma lágrima caiu de seus olhos amarelos. Rowena pareceu ficar um pouco apreensiva, pois Helga era a maior vidente da história.
- Ora essa minha querida, nossa união é muito forte que dá inveja até em Deus – disse Rowena – E muito bem sabe que não se pode acreditar nos sonhos, muito menos em profecias, você sabe!
Helga enxugou os olhos com os dedos e se apressou em terminar o assunto:
- Bem, melhor esquecermos isso não é mesmo? Me ajuda a terminar isso aqui- Helga dizia mas foi interrompida por um barulho de borbulho vindo da barriga de Rowena – É pelo jeito não sou só eu que está fome.
Não passou muito tempo e as duas já pareciam estar felizes novamente conversando sobre alguns projetos e novidades do mundo bruxo. eu sentia que iria acontecer alguma coisa ali, mas não fazia idéia do que era. Aquilo tudo estava estranho demais.
Tommy saiu da cozinha e voltou para o salão. Godric e Salazar pareciam conversar sobre um lote de vassouras que viria da Índia. Por isso ele voltou para a cozinha.
As duas bruxas ainda cozinhavam alegres e cantando. Helga virou-se e, sem que eu esperasse, andou na sua direção. Ele não teve tempo de desviar Iam se chocar! mas Helga simplesmente o atravessou.
Mas a sensação de um perigo iminente estava ficando mais forte. Um pânico anormal tomou conta dele. Desejava saber o que era, tinha que saber! De repente, a visão apagou e sentiu como se fosse empurrado para fora. Sentiu um baque na cabeça. A imagem da sala voltou. Tommy olhou rapidamente para o livro. Palavras brilhantes e prateadas sumiam rapidamente e a única coisa que conseguiu ler foi a seguinte frase:
...e levaram apressadas a comida até o salão, pois o ritual começaria algumas horas depois...
Outras palavras em seguida apareceram:
Lestes uma página,
Mas outras estarão por vir,
Se um Slytherin fores,
E a capacidade lhe permitir..
Ele achou tudo aquilo muito estranho e estava extremamente confuso. Nunca ouvira nada sobre Godric, Salazar, Helga e Rowena, apenas que eram os fundadores de Hogwarts e excelentes bruxos, nada mais que isso. As páginas do diário brilharam intensamente. a sala começou a tremer. Objetos começaram a cair no chão com o tremor. De repente jatos de luzes começaram a sair daquela página do diário aleatoriamente e acertar as paredes, janela, livros e outras coisas de trouxa que estavam ali ocupando espaço.
Tommy segurava fortemente o livro, que ao mesmo tempo em que expelia aqueles jatos luminosos vibrava violentamente.Estava totalmente fascinado com tudo aquilo, pensando, -entao esse é o poder de slytherin? serei o bruxo mais forte e todos vao me idolatrar e me temer.
Depois de todos os objetos de trouxas destruídos, soltara o livro sobre a mesa e o guardou na bolsa e saiu da sala com aquele velho e conhecido sorriso frio e sarcastico.
muuuuiiittoooo boooommmm
ResponderExcluirrelamente , ta muito bom...
ResponderExcluire bem criativo volta no principio e ver como foi antes ... eu nunca tinha imaginado antes